Goleiro e mais quatro companheiros estão com pendências atrasadas e há risco de rescisão unilateral na Justiça
Desde 2022, o futebol brasileiro começou a conhecer as novas fórmulas de gestão, como as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). Um dos pioneiros a apostar no novo modelo por aqui foi o Botafogo. O norte-americano John Textor adquiriu 90% das ações e, com isso, a situação financeira do Glorioso melhorou consideravelmente. Tanto no quesito dívidas quanto no investimento em reforços de peso para o elenco de Luís Castro.
Só que, segundo informações do colega Bruno Andrade, do UOL Esporte, os problemas financeiros voltaram à rotina em General Severiano. “Boa parte do elenco principal está com vencimentos em atraso, especialmente em valores relativos ao FGTS e também luvas”, informou matéria em que tem a companhia do colega Thiago Braga.
“O Botafogo não deposita o Fundo de Garantia de alguns jogadores, como o goleiro Lucas Perri, desde o começo do segundo semestre do ano passado. Com isso, corre o sério risco de vê-los pedindo por meio da Justiça a rescisão contratual de forma unilateral”, escreveu matéria do UOL Esporte.
Foto: Vitor Silva/Botafogo – Victor Cuesta tem pendência atrasada no Botafogo e pode sair em 2023
Segundo a reportagem, Textor está ciente da situação e garante nos bastidores que vai quitar muitas das dívidas do Botafogo ainda em março. Uma das formas foi um adiantamento de uma das parcelas pagas pelo Lyon sobre a venda de Jeffinho.
Com problemas no fluxo de caixa, Botafogo atrasa FGTS e luvas e pode perder jogadores.
O clube não paga o Fundo de Garantia de alguns jogadores, entre eles, o goleiro Lucas Perri, desde o 2º semestre de 2022 e corre sério risco de vê-los pedindo rescisão unilateral na Justiça.… https://t.co/RL5Acq2cXo pic.twitter.com/CQisqUTCKO
— Planeta do Futebol �� (@futebol_info)
March 7, 2023
O zagueiro Adryelson, o lateral-esquerdo Marçal, o meia-atacante Carlos Eduardo e o zagueiro Victor Cuesta, na mira do Bahia, estão sem receber desde o ano passado as parcelas diluídas nos salários dos respectivos prêmios de assinatura. No caso de Cuesta, Os intermediários pela contratação do argentino até agora não receberam a totalidade das comissões.
Goleiro e mais quatro companheiros estão com pendências atrasadas e há risco de rescisão unilateral na Justiça Desde 2022, o futebol brasileiro começou a conhecer as novas fórmulas de gestão, como as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). Um dos pioneiros a apostar no novo modelo por aqui foi o Botafogo. O norte-americano John Textor adquiriu 90% das ações e, com isso, a situação financeira do Glorioso melhorou consideravelmente. Tanto no quesito dívidas quanto no investimento em reforços de peso para o elenco de Luís Castro.
Só que, segundo informações do colega Bruno Andrade, do UOL Esporte, os problemas financeiros voltaram à rotina em General Severiano. “Boa parte do elenco principal está com vencimentos em atraso, especialmente em valores relativos ao FGTS e também luvas”, informou matéria em que tem a companhia do colega Thiago Braga.
“O Botafogo não deposita o Fundo de Garantia de alguns jogadores, como o goleiro Lucas Perri, desde o começo do segundo semestre do ano passado. Com isso, corre o sério risco de vê-los pedindo por meio da Justiça a rescisão contratual de forma unilateral”, escreveu matéria do UOL Esporte.
Foto: Vitor Silva/Botafogo – Victor Cuesta tem pendência atrasada no Botafogo e pode sair em 2023
Segundo a reportagem, Textor está ciente da situação e garante nos bastidores que vai quitar muitas das dívidas do Botafogo ainda em março. Uma das formas foi um adiantamento de uma das parcelas pagas pelo Lyon sobre a venda de Jeffinho.
Com problemas no fluxo de caixa, Botafogo atrasa FGTS e luvas e pode perder jogadores. O clube não paga o Fundo de Garantia de alguns jogadores, entre eles, o goleiro Lucas Perri, desde o 2º semestre de 2022 e corre sério risco de vê-los pedindo rescisão unilateral na Justiça.… https://t.co/RL5Acq2cXo pic.twitter.com/CQisqUTCKO — Planeta do Futebol �� (@futebol_info)
March 7, 2023
O zagueiro Adryelson, o lateral-esquerdo Marçal, o meia-atacante Carlos Eduardo e o zagueiro Victor Cuesta, na mira do Bahia, estão sem receber desde o ano passado as parcelas diluídas nos salários dos respectivos prêmios de assinatura. No caso de Cuesta, Os intermediários pela contratação do argentino até agora não receberam a totalidade das comissões.
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