É grande a expectativa pelos ajustes no pacote técnico da Fórmula 1 visando ao GP de Miami neste próximo fim de semana. A categoria aproveitou o hiato aberto pelo adiamento das provas de abril no Bahrein e na Arábia Saudita, reflexo do conflito no Irã, e tratou de promover mudanças nos parâmetros para a próxima fase do campeonato.
O objetivo é mais “pé no fundo” e menos gerenciamento, em busca de mais segurança para os pilotos, mas sem súbitas perdas de velocidade dos carros, gerando, assim, mais emoção para o público.
A humildade em rever o regulamento técnico e rapidamente alterar o que desagradou parte do público de interesse da categoria é um sinal positivo dado pelos dirigentes e gera ainda mais interesse na prova.
Outro ponto de atenção é a primeira corrida da equipe Cadillac em casa. Será curioso ver as ativações e a reação do público norte-americano a uma marca tão tradicional em seu mercado no grid mais concorrido do planeta.
Stock Car
Outra frente de “ajustes nas pistas” que merece menção vem do Brasil, com as inovações apresentadas pela Stock Car em 2026.
Ainda que Felipe Massa tenha sido privado de lutar pela vitória no último sábado (25) por conta de um problema do motor, o retorno da categoria nacional para os consagrados V8 parece ter caído nas graças dos pilotos e do público.
Outro fator positivo é a redução nas quebras que marcaram a temporada anterior, com a chegada do novo carro para a categoria.
Cabe ressaltar também os esforços para ampliar a segurança do bólido, o que foi muito bem mostrado na quinta-feira passada (23) em Interlagos, com um evento aberto à imprensa credenciada no qual foram apresentados upgrades do chassi implementados neste ano.
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Outro assunto que permeou as conversas de paddock na primeira grande corrida da Stock Car em 2026 diz respeito ao BRB. O Grande Prêmio mostrou em detalhes o tamanho do investimento do banco no automobilismo brasileiro enquanto foi presidido pelo hoje detido Paulo Henrique Costa.
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Em Interlagos, a marca BRB seguia presente no evento com propriedades de pista e espaços nobres em categorias como TCR South America e Fórmula 4. Mas não seria surpresa se esta tiver sido a despedida da marca do evento, na esteira do que acontece com toda a plataforma de marketing do banco, conforme, aliás, tem sido bem noticiado pela Máquina do Esporte.
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Veremos se haverá BRB ou não em Goiânia (GO), na etapa marcada para 17 de maio. Isso se a pista do Autódromo Ayrton Senna reunir condições de receber o evento, depois dos problemas apresentados no asfalto para a prova da MotoGP no Brasil, que inclusive obrigaram o adiamento da etapa da Porsche Cup originalmente marcada para aquele palco.
O artigo acima reflete a opinião do(a) colunista e não necessariamente a da Máquina do Esporte
Luis Ferrari é sócio-fundador da Ferrari Promo, agência-boutique com ênfase no mercado do esporte a motor, e possui formações em Jornalismo e Direito, extensão universitária em Marketing e pós-graduação em Jornalismo Literário, além de ser empresário de relações públicas
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Principais categorias do automobilismo mundial e nacional, respectivamente, aceitaram as críticas que vinham sendo feitas e promoveram mudanças para melhorar a segurança dos pilotos e o espetáculo em geral
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