Bem-vindo à mais recente edição do nosso Focus Gaming News Weekend Conversation Corner, uma exploração concisa das principais manchetes da semana que têm chamado a atenção do mundo. À medida que destilamos o turbilhão de eventos em um resumo claro e focado, abordaremos as histórias pivotais que moldaram a narrativa, influenciaram políticas e acenderam discussões. Junte-se a nós enquanto filtramos o ruído e apresentamos uma visão geral condensada dos acontecimentos críticos da semana, mantendo-o atualizado sobre o que realmente importa no mundo em rápida evolução de hoje. Fique informado, inspire-se e continue jogando. Tenha um ótimo fim de semana pela frente!
Autoexclusão de plataformas de apostas: Ministério da Fazenda registra 519 mil solicitações
O Ministério da Fazenda registrou 519 mil pedidos de autoexclusão de plataformas de apostas online nos primeiros cinco meses de funcionamento da ferramenta. A principal razão para os pedidos foi a perda de controle sobre o jogo, representando cerca de 40% das solicitações. A plataforma recebeu uma média de 144 solicitações de exclusão por hora, conforme divulgado pelo Estadão. Este é um reflexo da preocupação com a saúde mental dos jogadores e da necessidade de medidas para prevenir problemas relacionados ao vício em jogos de azar.
ANJL ajuíza ação no STF contra lei que restringe a publicidade de casas de apostas no Rio Grande do Sul
A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei estadual que restringe a publicidade de plataformas de apostas no Rio Grande do Sul. A ANJL argumenta que a norma gaúcha fere a Constituição Federal e protocolou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7971. O processo foi entregue à ministra do STF Cármen Lúcia e questiona a constitucionalidade da Lei estadual 16.508/2026, sancionada pelo governador Eduardo Leite (PSD) no final de abril. A entidade representa o mercado regulado de igaming no Brasil e busca combater o mercado ilegal de apostas no país.
André Gelfi, IBJR: “O setor de apostas parece ter se tornado um ‘bode expiatório’ conveniente”
Nesta entrevista exclusiva, André Gelfi, diretor do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), destaca a importância de combater o mercado ilegal para proteger os usuários financeiramente. Ele critica a generalização do setor de apostas nas discussões sobre endividamento e o programa Desenrola 2.0. Gelfi defende a Regulação Inteligente, que inclui monitoramento comportamental, educação financeira e ação técnica contra o mercado ilegal. Ele ressalta que o mercado regulado deve ser um agente de detecção precoce de comportamentos de risco. O IBJR alerta para o risco de associar diretamente o endividamento das famílias às apostas esportivas sem diferenciar operações legais e ilegais, destacando que o mercado regulado está preparado para colaborar com políticas públicas de prevenção ao superendividamento.
Governo brasileiro arrecada R$ 4,17 bilhões com jogos e apostas no 1º trimestre de 2026
No primeiro trimestre de 2026, o governo federal arrecadou R$ 4,17 bilhões com jogos e apostas, sendo mais de R$ 1,15 bilhão provenientes das apostas online de quota fixa. As apostas esportivas online representam uma parcela significativa da arrecadação, com cerca de R$ 994,7 milhões destinados à União. A regulamentação contribuiu para o crescimento do mercado, segundo o CEO da Pay4Fun. É importante combater o mercado ilegal e promover o jogo responsável. Os dados foram obtidos pela Pay4Fun via Lei de Acesso à Informação e divulgados pela Receita Federal. Para mais informações, acesse o link: Receita Federal divulga balanço de arrecadação com impostos das bets e loterias em março.
Ministro Guilherme Boulos volta a defender a proibição das apostas no Brasil
O ministro Guilherme Boulos da Secretaria-Geral da Presidência defende a proibição das empresas de apostas online no Brasil, alegando que estariam financiando atividades ilícitas e atacando o governo. Em uma entrevista, Boulos reiterou sua posição de que as apostas deveriam ser proibidas no país, destacando que as empresas estariam contribuindo para a disseminação de conteúdo prejudicial. Ele afirmou que, se dependesse dele, as apostas seriam proibidas, citando o financiamento de “um monte de coisa errada” pelas empresas. Boulos também mencionou que algumas empresas estariam financiando perfis em redes sociais para atacar o governo.
Bem-vindo à mais recente edição do nosso Focus Gaming News Weekend Conversation Corner, uma exploração concisa das principais manchetes da semana que têm chamado a atenção do mundo. À medida que destilamos o turbilhão de eventos em um resumo claro e focado, abordaremos as histórias pivotais que moldaram a narrativa, influenciaram políticas e acenderam discussões. Junte-se a nós enquanto filtramos o ruído e apresentamos uma visão geral condensada dos acontecimentos críticos da semana, mantendo-o atualizado sobre o que realmente importa no mundo em rápida evolução de hoje. Fique informado, inspire-se e continue jogando. Tenha um ótimo fim de semana pela frente!
Autoexclusão de plataformas de apostas: Ministério da Fazenda registra 519 mil solicitações
O Ministério da Fazenda registrou 519 mil pedidos de autoexclusão de plataformas de apostas online nos primeiros cinco meses de funcionamento da ferramenta. A principal razão para os pedidos foi a perda de controle sobre o jogo, representando cerca de 40% das solicitações. A plataforma recebeu uma média de 144 solicitações de exclusão por hora, conforme divulgado pelo Estadão. Este é um reflexo da preocupação com a saúde mental dos jogadores e da necessidade de medidas para prevenir problemas relacionados ao vício em jogos de azar.
ANJL ajuíza ação no STF contra lei que restringe a publicidade de casas de apostas no Rio Grande do Sul
A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei estadual que restringe a publicidade de plataformas de apostas no Rio Grande do Sul. A ANJL argumenta que a norma gaúcha fere a Constituição Federal e protocolou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7971. O processo foi entregue à ministra do STF Cármen Lúcia e questiona a constitucionalidade da Lei estadual 16.508/2026, sancionada pelo governador Eduardo Leite (PSD) no final de abril. A entidade representa o mercado regulado de igaming no Brasil e busca combater o mercado ilegal de apostas no país.
André Gelfi, IBJR: “O setor de apostas parece ter se tornado um ‘bode expiatório’ conveniente”
Nesta entrevista exclusiva, André Gelfi, diretor do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), destaca a importância de combater o mercado ilegal para proteger os usuários financeiramente. Ele critica a generalização do setor de apostas nas discussões sobre endividamento e o programa Desenrola 2.0. Gelfi defende a Regulação Inteligente, que inclui monitoramento comportamental, educação financeira e ação técnica contra o mercado ilegal. Ele ressalta que o mercado regulado deve ser um agente de detecção precoce de comportamentos de risco. O IBJR alerta para o risco de associar diretamente o endividamento das famílias às apostas esportivas sem diferenciar operações legais e ilegais, destacando que o mercado regulado está preparado para colaborar com políticas públicas de prevenção ao superendividamento.
Governo brasileiro arrecada R$ 4,17 bilhões com jogos e apostas no 1º trimestre de 2026
No primeiro trimestre de 2026, o governo federal arrecadou R$ 4,17 bilhões com jogos e apostas, sendo mais de R$ 1,15 bilhão provenientes das apostas online de quota fixa. As apostas esportivas online representam uma parcela significativa da arrecadação, com cerca de R$ 994,7 milhões destinados à União. A regulamentação contribuiu para o crescimento do mercado, segundo o CEO da Pay4Fun. É importante combater o mercado ilegal e promover o jogo responsável. Os dados foram obtidos pela Pay4Fun via Lei de Acesso à Informação e divulgados pela Receita Federal. Para mais informações, acesse o link: Receita Federal divulga balanço de arrecadação com impostos das bets e loterias em março.
Ministro Guilherme Boulos volta a defender a proibição das apostas no Brasil
O ministro Guilherme Boulos da Secretaria-Geral da Presidência defende a proibição das empresas de apostas online no Brasil, alegando que estariam financiando atividades ilícitas e atacando o governo. Em uma entrevista, Boulos reiterou sua posição de que as apostas deveriam ser proibidas no país, destacando que as empresas estariam contribuindo para a disseminação de conteúdo prejudicial. Ele afirmou que, se dependesse dele, as apostas seriam proibidas, citando o financiamento de “um monte de coisa errada” pelas empresas. Boulos também mencionou que algumas empresas estariam financiando perfis em redes sociais para atacar o governo.
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