Governo federal lança campanha sobre proibição de mercados preditivos

O vídeo tem o objetivo de explicar o motivo do veto aos mercados de previsões.


Brasília.- Para orientar a população sobre a proibição de mercados de previsão, o governo federal lançou uma campanha em vídeo. O material explica como funcionam os mercados preditivos e porque eles são enquadrados como apostas ilegais no país.

De acordo com o que publicou o Poder360, no vídeo institucional, é afirmado que as plataformas de previsão ampliariam os riscos contidos em casas de apostas tradicionais. O governo argumenta que os predictions markets poderiam aumentar o endividamento das famílias, além da possibilidade de envolvimento com manipulação de resultados esportivos e até de decisões políticas.

Veja também: Representantes do mercado de apostas aprovam medida do BC que restringe mercados preditivos


iGaming & Gaming International Expo - IGI

A publicação acontece após o anúncio do de uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que proíbe, em território nacional, a oferta e a negociação de contratos de previsão relacionados a eventos esportivos, jogos online e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento.

A medida passa a vigorar a partir de 4 de maio. Segundo o regulador, a decisão não impacta diretamente as casas de apostas esportivas já autorizadas a operar no país.

Na prática, a nova regra impede plataformas internacionais como Kalshi e Polymarket de oferecerem, no Brasil, contratos baseados em resultados de eleições, partidas esportivas, reality shows e outros acontecimentos que não estejam ligados à economia.

Nesta semana, o Ministério da Fazenda divulgou uma lista com 27 empresas proibidas de operar no Brasil por atuarem irregularmente no mercado de predições. Segundo o governo, essas plataformas funcionavam, na prática, como sites de apostas que não cumprem as exigências legais aplicáveis às casas autorizadas.

A decisão foi tomada após análise que identificou a oferta de apostas sobre eventos não permitidos pela legislação brasileira, como eleições, decisões políticas, indicadores econômicos, competições esportivas e premiações culturais. As empresas vinculavam suas atividades ao mercado de derivativos, mas operavam fora das normas e da fiscalização exigidas.

O vídeo tem o objetivo de explicar o motivo do veto aos mercados de previsões.

Brasília.- Para orientar a população sobre a proibição de mercados de previsão, o governo federal lançou uma campanha em vídeo. O material explica como funcionam os mercados preditivos e porque eles são enquadrados como apostas ilegais no país.

De acordo com o que publicou o Poder360, no vídeo institucional, é afirmado que as plataformas de previsão ampliariam os riscos contidos em casas de apostas tradicionais. O governo argumenta que os predictions markets poderiam aumentar o endividamento das famílias, além da possibilidade de envolvimento com manipulação de resultados esportivos e até de decisões políticas.

Veja também: Representantes do mercado de apostas aprovam medida do BC que restringe mercados preditivos

A publicação acontece após o anúncio do de uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que proíbe, em território nacional, a oferta e a negociação de contratos de previsão relacionados a eventos esportivos, jogos online e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento.

A medida passa a vigorar a partir de 4 de maio. Segundo o regulador, a decisão não impacta diretamente as casas de apostas esportivas já autorizadas a operar no país.

Na prática, a nova regra impede plataformas internacionais como Kalshi e Polymarket de oferecerem, no Brasil, contratos baseados em resultados de eleições, partidas esportivas, reality shows e outros acontecimentos que não estejam ligados à economia.

Nesta semana, o Ministério da Fazenda divulgou uma lista com 27 empresas proibidas de operar no Brasil por atuarem irregularmente no mercado de predições. Segundo o governo, essas plataformas funcionavam, na prática, como sites de apostas que não cumprem as exigências legais aplicáveis às casas autorizadas.

A decisão foi tomada após análise que identificou a oferta de apostas sobre eventos não permitidos pela legislação brasileira, como eleições, decisões políticas, indicadores econômicos, competições esportivas e premiações culturais. As empresas vinculavam suas atividades ao mercado de derivativos, mas operavam fora das normas e da fiscalização exigidas.

  


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