Justiça Desportiva suspende presidente de clube do Rio de Janeiro por possível manipulação de resultados

No início do mês, o clube solicitou a sua retirada de plataformas de apostas.


Rio de Janeiro.- O Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) suspendeu preventivamente Genivaldo da Silva, presidente do Barra Mansa Futebol Clube, por um mês. A decisão foi tomada com base em uma suspeita de manipulação de resultados.

Segundo a Justiça, há elementos para suspeitar de manipulação no resultado da partida contra o Paraty, pela Série B2 (quarta divisão) do Campeonato Carioca de 2025, para beneficiar apostadores. Por conta da suposta manipulação, o time foi rebaixado para a Série C, equivalente à quinta divisão do futebol carioca.

Veja também: Clube do Rio de Janeiro pede retirada de jogos de plataformas de apostas


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Em uma decisão recente, no mês de fevereiro, o gestor do Barra Mansa, Thiago Carvalho da Costa, foi suspenso por 360 dias. Originalmente, Genivaldo da Silva foi inocentado das acusações, mas a Procuradoria do TJD-RJ solicitou uma revisão das provas, o que gerou a suspensão preventiva de Silva.

Em sua justificativa, a Promotoria afirmou que houve “contradições relevantes” entre os depoimentos prestados pelo presidente e pelo gestor do clube. Além disso, de acordo com os magistrados, foram identificadas “omissões administrativas e circunstâncias que, em tese, indicariam possível envolvimento indireto em esquema de manipulação de resultados, além de afronta às normas de integridade desportiva previstas no regulamento da competição”.

No início da semana, o Barra Mansa formalizou uma solicitação ao Ministério do Esporte (MEsp) para que fosse retirado das plataformas de apostas online. No pedido, o time argumentou que o “uso indevido da marca, nome e demais elementos institucionais do clube por empresas do setor, sem qualquer tipo de autorização”.

Na nota, o Barra Mansa destacou ainda que “as competições das quais participa não possuem qualquer incentivo, patrocínio ou vínculo com casas de apostas”, acrescentando que “não há justificativa para a inclusão de suas partidas nessas plataformas”.

Está prevista para a segunda-feira (11), um novo julgamento na 4ª Comissão Disciplinar do TJD-RJ para analisar outra denúncia de manipulação envolvendo o Barra Mansa, dessa vez em relação a uma partida contra o Belford Roxo de 2025.

No início do mês, o clube solicitou a sua retirada de plataformas de apostas.

Rio de Janeiro.- O Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) suspendeu preventivamente Genivaldo da Silva, presidente do Barra Mansa Futebol Clube, por um mês. A decisão foi tomada com base em uma suspeita de manipulação de resultados.

Segundo a Justiça, há elementos para suspeitar de manipulação no resultado da partida contra o Paraty, pela Série B2 (quarta divisão) do Campeonato Carioca de 2025, para beneficiar apostadores. Por conta da suposta manipulação, o time foi rebaixado para a Série C, equivalente à quinta divisão do futebol carioca.

Veja também: Clube do Rio de Janeiro pede retirada de jogos de plataformas de apostas

Em uma decisão recente, no mês de fevereiro, o gestor do Barra Mansa, Thiago Carvalho da Costa, foi suspenso por 360 dias. Originalmente, Genivaldo da Silva foi inocentado das acusações, mas a Procuradoria do TJD-RJ solicitou uma revisão das provas, o que gerou a suspensão preventiva de Silva.

Em sua justificativa, a Promotoria afirmou que houve “contradições relevantes” entre os depoimentos prestados pelo presidente e pelo gestor do clube. Além disso, de acordo com os magistrados, foram identificadas “omissões administrativas e circunstâncias que, em tese, indicariam possível envolvimento indireto em esquema de manipulação de resultados, além de afronta às normas de integridade desportiva previstas no regulamento da competição”.

No início da semana, o Barra Mansa formalizou uma solicitação ao Ministério do Esporte (MEsp) para que fosse retirado das plataformas de apostas online. No pedido, o time argumentou que o “uso indevido da marca, nome e demais elementos institucionais do clube por empresas do setor, sem qualquer tipo de autorização”.

Na nota, o Barra Mansa destacou ainda que “as competições das quais participa não possuem qualquer incentivo, patrocínio ou vínculo com casas de apostas”, acrescentando que “não há justificativa para a inclusão de suas partidas nessas plataformas”.

Está prevista para a segunda-feira (11), um novo julgamento na 4ª Comissão Disciplinar do TJD-RJ para analisar outra denúncia de manipulação envolvendo o Barra Mansa, dessa vez em relação a uma partida contra o Belford Roxo de 2025.

  


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