69,86% dos pedidos na plataforma de autoexclusão foram por tempo indeterminado.
Lançada em dezembro de 2025 pelo Ministério da Fazenda, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão permite que qualquer cidadão bloqueie voluntariamente o próprio acesso a sites de apostas e deixe de receber publicidade do setor por um período determinado ou indeterminado. A funcionalidade é válida também para quem não tem cadastro em plataformas de igaming.
Segundo o que publicou a coluna do Lauro Jardim em O Globo, já são mais de 462.831 solicitações de autoexclusões no sistema do governo federal. O serviço pode ser acessado em gov.br/autoexclusaoapostas.
Veja também: 27 mil sites ilegais derrubados e 339 mil autoexclusões: governo atualiza cenário do igaming no Brasil
O acesso à plataforma exige conta Gov.br de nível prata ou ouro. O usuário deve selecionar o período de autoexclusão, que pode variar de 1 a 12 meses. Após a escolha, não é possível reverter a decisão até o fim do prazo. Também existe a opção de autoexclusão por tempo indeterminado; nesse caso, o pedido pode ser cancelado em até 30 dias.
O sistema pergunta ao usuário o motivo da autoexclusão, como decisão voluntária, dificuldades financeiras, recomendação de profissional de saúde, perda de controle ou prevenção ao uso indevido de dados, embora a resposta seja opcional.
Depois da confirmação dos termos de uso e dos dados pessoais, o cidadão recebe um documento com o registro da autoexclusão.
Segundo a SPA, os operadores recebem automaticamente o aviso e têm até 72 horas para bloquear o acesso dos usuários. A plataforma de autoexclusão reúne diversas funcionalidades relacionadas ao tema e inclui testes de saúde mental e links informativos do Ministério da Saúde.
Segundo dados da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), a principal causa alegada (39,87% dos casos) para pedir a exclusão é a perda de controle sobre o jogo. Também se destacam as dificuldades financeiras para 11,44% dos que solicitaram o serviço.
69,86% dos pedidos na plataforma de autoexclusão foram por tempo indeterminado. Já 20,75% dos usuários preferiu um afastamento por um ano. O restante das pessoas escolheu período menores, entre em mês e nove meses.
69,86% dos pedidos na plataforma de autoexclusão foram por tempo indeterminado.
Lançada em dezembro de 2025 pelo Ministério da Fazenda, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão permite que qualquer cidadão bloqueie voluntariamente o próprio acesso a sites de apostas e deixe de receber publicidade do setor por um período determinado ou indeterminado. A funcionalidade é válida também para quem não tem cadastro em plataformas de igaming.
Segundo o que publicou a coluna do Lauro Jardim em O Globo, já são mais de 462.831 solicitações de autoexclusões no sistema do governo federal. O serviço pode ser acessado em gov.br/autoexclusaoapostas.
Veja também: 27 mil sites ilegais derrubados e 339 mil autoexclusões: governo atualiza cenário do igaming no Brasil
O acesso à plataforma exige conta Gov.br de nível prata ou ouro. O usuário deve selecionar o período de autoexclusão, que pode variar de 1 a 12 meses. Após a escolha, não é possível reverter a decisão até o fim do prazo. Também existe a opção de autoexclusão por tempo indeterminado; nesse caso, o pedido pode ser cancelado em até 30 dias.
O sistema pergunta ao usuário o motivo da autoexclusão, como decisão voluntária, dificuldades financeiras, recomendação de profissional de saúde, perda de controle ou prevenção ao uso indevido de dados, embora a resposta seja opcional.
Depois da confirmação dos termos de uso e dos dados pessoais, o cidadão recebe um documento com o registro da autoexclusão.
Segundo a SPA, os operadores recebem automaticamente o aviso e têm até 72 horas para bloquear o acesso dos usuários. A plataforma de autoexclusão reúne diversas funcionalidades relacionadas ao tema e inclui testes de saúde mental e links informativos do Ministério da Saúde.
Segundo dados da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), a principal causa alegada (39,87% dos casos) para pedir a exclusão é a perda de controle sobre o jogo. Também se destacam as dificuldades financeiras para 11,44% dos que solicitaram o serviço.
69,86% dos pedidos na plataforma de autoexclusão foram por tempo indeterminado. Já 20,75% dos usuários preferiu um afastamento por um ano. O restante das pessoas escolheu período menores, entre em mês e nove meses.
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