Paulo Roberto Falcão, ex-Santos, se MANIFESTA após arquivamento de inquérito por suposta prática de crime de importunação sexual

Ex-coordenador esportivo enfrentou processo na justiça e acabou fazendo um posicionamento oficial

Arquivamento de inquérito

O ex-coordenador esportivo do Santos, Paulo Roberto Falcão, vinha enfrentando um processo na justiça por conta de suposta prática de crime de importunação sexual. No entanto, o Tribunal de Justiça de São Paulo, através do juiz Leonardo de Mello Gonçalves, da 2ª Vara Criminal de Santos, arquivou o inquérito policial, que vinha sendo investigado, após chegar à conclusão que não havia provas suficientes.


Não sendo possível concluir que o investigado tenha praticado em face da vítima ato libidinoso, com o objetivo de satisfazer a própria lascívia“, escreveu o juiz, na decisão. Ainda segundo ele, “nem todo contato físico pode ser interpretado como ato libidinos”, dizia a conclusão do magistrado.

Relembre o caso

Falcão foi denunciado por suspeita de importunação sexual na manhã do dia 4 de agosto, por uma funcionária do apart hotel onde mora em Santos, no litoral de São Paulo. No caso, que foi registrado na Delegacia da Mulher (DDM) da cidade, uma recepcionista relatou que o ex-jogador entrou em uma área restrita para funcionários pedindo para lavar suas roupas e que se aproximou dela falando sobre a câmera de monitoramento. Segundo ela, o mesmo aconteceu no dia seguinte, mas dessa vez ela se afastou.

Posicionamento de Falcão

O ex-jogador decidiu se manifestar de maneira oficial após a decisão do arquivamento de seu processo. Confira a nota na íntegra: “Na semana em que completei 70 anos, recebi a notícia que a Justiça, baseada no minucioso trabalho da Polícia Civil e do Ministério Público, determinou o arquivamento do inquérito que investigava uma suposta importunação sexual. A conclusão da Justiça é de que não houve delito. As manifestações da Delegada de Polícia, do Ministério Público e do Poder Judiciário afirmaram inexistir quaisquer indícios de crime.


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De minha parte, foram 77 dias de silêncio, em respeito às autoridades e à investigação, que corria em sigilo. Sempre acreditei que os fatos seriam devidamente esclarecidos. Agora, posso seguir com o meu trabalho, os meus projetos e a minha vida.

Quero expressar minha gratidão às pessoas que não fizeram prejulgamentos. Espero que esse caso, que despertou tantos ataques precipitados contra mim, contribua para que as pessoas reflitam mais antes de condenar alguém. Agradeço à minha família, aos amigos, aos colegas e a todas as pessoas que me enviaram manifestações de apoio e de carinho”, finalizou.

Ex-coordenador esportivo enfrentou processo na justiça e acabou fazendo um posicionamento oficial

Arquivamento de inquérito

O ex-coordenador esportivo do Santos, Paulo Roberto Falcão, vinha enfrentando um processo na justiça por conta de suposta prática de crime de importunação sexual. No entanto, o Tribunal de Justiça de São Paulo, através do juiz Leonardo de Mello Gonçalves, da 2ª Vara Criminal de Santos, arquivou o inquérito policial, que vinha sendo investigado, após chegar à conclusão que não havia provas suficientes.

“Não sendo possível concluir que o investigado tenha praticado em face da vítima ato libidinoso, com o objetivo de satisfazer a própria lascívia“, escreveu o juiz, na decisão. Ainda segundo ele, “nem todo contato físico pode ser interpretado como ato libidinos”, dizia a conclusão do magistrado.

Relembre o caso

Falcão foi denunciado por suspeita de importunação sexual na manhã do dia 4 de agosto, por uma funcionária do apart hotel onde mora em Santos, no litoral de São Paulo. No caso, que foi registrado na Delegacia da Mulher (DDM) da cidade, uma recepcionista relatou que o ex-jogador entrou em uma área restrita para funcionários pedindo para lavar suas roupas e que se aproximou dela falando sobre a câmera de monitoramento. Segundo ela, o mesmo aconteceu no dia seguinte, mas dessa vez ela se afastou.

Posicionamento de Falcão

O ex-jogador decidiu se manifestar de maneira oficial após a decisão do arquivamento de seu processo. Confira a nota na íntegra: “Na semana em que completei 70 anos, recebi a notícia que a Justiça, baseada no minucioso trabalho da Polícia Civil e do Ministério Público, determinou o arquivamento do inquérito que investigava uma suposta importunação sexual. A conclusão da Justiça é de que não houve delito. As manifestações da Delegada de Polícia, do Ministério Público e do Poder Judiciário afirmaram inexistir quaisquer indícios de crime.

De minha parte, foram 77 dias de silêncio, em respeito às autoridades e à investigação, que corria em sigilo. Sempre acreditei que os fatos seriam devidamente esclarecidos. Agora, posso seguir com o meu trabalho, os meus projetos e a minha vida.

Quero expressar minha gratidão às pessoas que não fizeram prejulgamentos. Espero que esse caso, que despertou tantos ataques precipitados contra mim, contribua para que as pessoas reflitam mais antes de condenar alguém. Agradeço à minha família, aos amigos, aos colegas e a todas as pessoas que me enviaram manifestações de apoio e de carinho”, finalizou.  


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