R$ 913 milhões, o Atlético-MG é a mais nova SAF do futebol brasileiro, conselho aprova venda

Valor será dividido em amortização de empréstimos e aporte no clube até outubro de 2023

O Atlético-MG, com uma dívida de R$ 1,8 bilhão, segue o caminho de outros clubes de elite do país e torna-se uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF). A aprovação desse modelo e da venda de 75% das ações, no valor de R$ 913 milhões , para o “Galo Holding”, liderada pelos 4Rs (Rubens e Rafael Menin, Ricardo Guimarães e Renato Salvador), foi concluída nesta quinta-feira (20) pelo Conselho Deliberativo do clube, logo no primeiro dia de votação, ao alcançar os 273 votos necessários. Com isso, o alvinegro mineiro se une a outros clubes tradicionais como Bahia, Botafogo, Coritiba, Cruzeiro, Cuiabá, Red Bull Bragantino e Vasco, que também adotaram essa estrutura jurídica.


A SAF receberá a transferência do Centro de Treinamento e da Arena MRV. Os quatro investidores, que já fazem parte da atual administração do Atlético-MG, comprometeram-se a realizar um aporte financeiro de R$ 600 milhões até outubro, além de quitar integralmente os empréstimos no valor de R$ 313 milhões feitos pela família Menin e Ricardo Guimarães. A família Menin, proprietária da construtora MRV, também é a fundadora do Banco Inter em 1994, o qual tem como foco o mercado imobiliário e a oferta de empréstimos.

O casarão da Pampulha, o prédio da sede administrativa em Lourdes, além dos clubes sociais na Vila Olímpica e Labareda, vão permanecer com a associação, que terá 25% da propriedade do estádio e da Cidade do Galo, onde o time treina.

🎥 Conselho do Galo aprova a maior SAF do Brasil.#GaloPaixãoNacional 🏴🏳️ pic.twitter.com/1MZ9C9Qebw


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— Atlético (@Atletico) July 21, 2023

Durante uma coletiva de imprensa, o empresário Rubens Menin, um dos investidores da SAF, encerrou seu discurso com declarações ousadas. Ele expressou a ambição de fazer do Galo “um time gigante”, almejando alcançar a grandeza de clubes como o Real Madrid e o Flamengo, visando se tornar o maior do mundo.

“Não queremos levar vantagem. Vamos é aumentar a responsabilidade a partir de agora. A coisa, feita com o profissionalismo que está sendo feita, o Atlético vai ser um time grande. Não tem nada fácil. Tudo é muito difícil. Mas vai ser um time grande. A gente tirando esses juros da dívida, comendo o Atlético pelo pé, 13,75 mais spread, come o Atlético pelos pés. Vamos ter um futebol bom. Não vai ser o maior do mundo ainda, porque tem o Real Madrid na Espanha, e tem o Flamengo aqui com o orçamento. Mas quem sabe a gente chega lá.

“Acho que vamos ser sustentáveis. A chance de acabar o time, de ter o orçamento pequeno, não vamos ter mais”, garante Rubens Manin.

Com a aprovação da SAF, o Atlético-MG busca uma nova fase em sua gestão, com um aporte financeiro significativo para fortalecer o elenco e infraestrutura, além de alcançar o equilíbrio financeiro. No entanto, essa mudança gera debates sobre os impactos no modelo de gestão do futebol brasileiro.

A partir de agora, o clube seguirá com os trâmites legais e administrativos para efetivar a SAF, com previsão de receber o investimento inicial nos próximos meses.

Valor será dividido em amortização de empréstimos e aporte no clube até outubro de 2023

O Atlético-MG, com uma dívida de R$ 1,8 bilhão, segue o caminho de outros clubes de elite do país e torna-se uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF). A aprovação desse modelo e da venda de 75% das ações, no valor de R$ 913 milhões , para o “Galo Holding”, liderada pelos 4Rs (Rubens e Rafael Menin, Ricardo Guimarães e Renato Salvador), foi concluída nesta quinta-feira (20) pelo Conselho Deliberativo do clube, logo no primeiro dia de votação, ao alcançar os 273 votos necessários. Com isso, o alvinegro mineiro se une a outros clubes tradicionais como Bahia, Botafogo, Coritiba, Cruzeiro, Cuiabá, Red Bull Bragantino e Vasco, que também adotaram essa estrutura jurídica.

A SAF receberá a transferência do Centro de Treinamento e da Arena MRV. Os quatro investidores, que já fazem parte da atual administração do Atlético-MG, comprometeram-se a realizar um aporte financeiro de R$ 600 milhões até outubro, além de quitar integralmente os empréstimos no valor de R$ 313 milhões feitos pela família Menin e Ricardo Guimarães. A família Menin, proprietária da construtora MRV, também é a fundadora do Banco Inter em 1994, o qual tem como foco o mercado imobiliário e a oferta de empréstimos.

O casarão da Pampulha, o prédio da sede administrativa em Lourdes, além dos clubes sociais na Vila Olímpica e Labareda, vão permanecer com a associação, que terá 25% da propriedade do estádio e da Cidade do Galo, onde o time treina.

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Durante uma coletiva de imprensa, o empresário Rubens Menin, um dos investidores da SAF, encerrou seu discurso com declarações ousadas. Ele expressou a ambição de fazer do Galo “um time gigante”, almejando alcançar a grandeza de clubes como o Real Madrid e o Flamengo, visando se tornar o maior do mundo.

“Não queremos levar vantagem. Vamos é aumentar a responsabilidade a partir de agora. A coisa, feita com o profissionalismo que está sendo feita, o Atlético vai ser um time grande. Não tem nada fácil. Tudo é muito difícil. Mas vai ser um time grande. A gente tirando esses juros da dívida, comendo o Atlético pelo pé, 13,75 mais spread, come o Atlético pelos pés. Vamos ter um futebol bom. Não vai ser o maior do mundo ainda, porque tem o Real Madrid na Espanha, e tem o Flamengo aqui com o orçamento. Mas quem sabe a gente chega lá.

“Acho que vamos ser sustentáveis. A chance de acabar o time, de ter o orçamento pequeno, não vamos ter mais”, garante Rubens Manin.

Com a aprovação da SAF, o Atlético-MG busca uma nova fase em sua gestão, com um aporte financeiro significativo para fortalecer o elenco e infraestrutura, além de alcançar o equilíbrio financeiro. No entanto, essa mudança gera debates sobre os impactos no modelo de gestão do futebol brasileiro.

A partir de agora, o clube seguirá com os trâmites legais e administrativos para efetivar a SAF, com previsão de receber o investimento inicial nos próximos meses.  


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