Ambientada no mesmo mundo de Pandora, a história se passa mais de dez anos depois do primeiro filme e acompanha a família Sully em perseguições alucinantes nos céus, nas profundezas do oceano e em ambientes sem gravidade do planeta
Desde sua estreia mundial no dia 15 de dezembro, o filme “Avatar 2: O caminho da Água” já arrastou multidões aos cinemas do mundo inteiro. A continuação, ainda liderada por James Cameron, dá sequência ao épico de 2009 que detém a maior bilheteria da história do cinema, com US$ 2,9 bilhões arrecadados em todo o mundo. Além de prometer ultrapassar esse faturamento histórico, o novo filme da franquia de ficção científica também busca impressionar com os avanços da tecnologia audiovisual.
Durante o filme, há quem diga que algumas cenas têm causado dores de cabeça e náuseas entre alguns espectadores. Ao que parece, isso acontece devidamente pela junção de tecnologias, como o HFR (High Frame Rate), que permite a exibição de imagens mais instável, sem cenas tremidas, porém, isso acaba acelerando demais a transição entre elas e cinemas com salas 3D podem agravar a sensação.
Reprodução/Instagram Avatar
A tecnologia HFR trabalha com 48 frames por segundo (fps). O padrão dos cinemas mais usados fica na casa dos 24 frames por segundo. Fabiano de Abreu, pós-doutor em neurociências, diz que o fenômeno pode ocorrer tanto pela falta de proximidade quanto pelo maior esforço que o cérebro faz para identificar as imagens geradas por essa tecnologia, já que em 48fps utilizam o dobro de quadros que os filmes utilizam tradicionalmente, o que gera um estranhamento e esse aumento drástico de informações na tela pode gerar dificuldades para o cérebro interpretar as informações.
Avatar 2: a tecnologia usada no filme pode causar dores de cabeça e náuseashttps://t.co/H7jeOi6RGH
— Revista Zelo (@revistazelo)
December 16, 2022
O enjoo de movimento ocorre em algumas pessoas quando o cérebro recebe informações desencontradas da visão, do ouvido interno e dos nervos periféricos em relação à movimentação do corpo (propriocepção). Assim como já dito pelo próprio Cameron, apenas algumas passagens de Avatar 2 são exibidas em 48fps. Para o diretor, a tecnologia é melhor aproveitada de maneira intercalada nos filmes, para valorizar momentos de contemplação de cenários, por exemplo.
Ambientada no mesmo mundo de Pandora, a história se passa mais de dez anos depois do primeiro filme e acompanha a família Sully em perseguições alucinantes nos céus, nas profundezas do oceano e em ambientes sem gravidade do planeta
Desde sua estreia mundial no dia 15 de dezembro, o filme “Avatar 2: O caminho da Água” já arrastou multidões aos cinemas do mundo inteiro. A continuação, ainda liderada por James Cameron, dá sequência ao épico de 2009 que detém a maior bilheteria da história do cinema, com US$ 2,9 bilhões arrecadados em todo o mundo. Além de prometer ultrapassar esse faturamento histórico, o novo filme da franquia de ficção científica também busca impressionar com os avanços da tecnologia audiovisual.
Durante o filme, há quem diga que algumas cenas têm causado dores de cabeça e náuseas entre alguns espectadores. Ao que parece, isso acontece devidamente pela junção de tecnologias, como o HFR (High Frame Rate), que permite a exibição de imagens mais instável, sem cenas tremidas, porém, isso acaba acelerando demais a transição entre elas e cinemas com salas 3D podem agravar a sensação.
Reprodução/Instagram Avatar
A tecnologia HFR trabalha com 48 frames por segundo (fps). O padrão dos cinemas mais usados fica na casa dos 24 frames por segundo. Fabiano de Abreu, pós-doutor em neurociências, diz que o fenômeno pode ocorrer tanto pela falta de proximidade quanto pelo maior esforço que o cérebro faz para identificar as imagens geradas por essa tecnologia, já que em 48fps utilizam o dobro de quadros que os filmes utilizam tradicionalmente, o que gera um estranhamento e esse aumento drástico de informações na tela pode gerar dificuldades para o cérebro interpretar as informações.
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December 16, 2022
O enjoo de movimento ocorre em algumas pessoas quando o cérebro recebe informações desencontradas da visão, do ouvido interno e dos nervos periféricos em relação à movimentação do corpo (propriocepção). Assim como já dito pelo próprio Cameron, apenas algumas passagens de Avatar 2 são exibidas em 48fps. Para o diretor, a tecnologia é melhor aproveitada de maneira intercalada nos filmes, para valorizar momentos de contemplação de cenários, por exemplo.
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