“Beira o absurdo para mim”: Bruno Muzzi se posiciona sobre polêmica envolvendo SAF no Atlético-MG

Com uma dívida bilionária e criticas a SAF, o CEO explicou sobre a polêmica que ronda os bastidores da equipe

O Atlético-MG vem de sete jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro, sendo três derrotas e quatro empates. Sob o comando do técnico Felipão, o Galo ainda não venceu na competição. A equipe mineira ocupa a 13º colocação com 21 pontos, a sete da zona de rebaixamento da competição. Com uma atuação modesta no mercado da bola e perdendo jogadores importantes, a diretoria vem trabalhando para equilibrar os bastidores.


Dentre as prioridades da gestão nessa temporada está a transformação da equipe em clube empresa, SAF. Entretanto, é um assunto que se tornou palco de polêmica nos bastidores e por parte da torcida. O principal fator para que isso ocorresse é a dívida bilionária do clube, que atualmente gira em torno de R$ 1,8 bilhão, colocando a SAF como uma solução nesse momento.

De acordo com informações do portal GE, a SAF será controlada pela Galo Holding, que detém 75%, em troca de um aporte de R$ 913 milhões. Já os outros 25%, não serão diluídos em caso de futuros aportes, mas sim, apenas mediante a aprovação do próprio Conselho Deliberativo. “Foi algo muito a favor da associação, muito protetivo a ela”, informou.

Não acho arriscado , uma hora ou outra isso tem de acontecer segurar as finanças para ter o dinheiro do estádio e sem dívidas para ter uma vida saudável financeiramente, acho que tem de ser agora … Se não volta pro buraco novamente mesmo com Saf … Flamerda fez isso a 7 anos


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— Jardel Martins💪🙏😎🚵‍♂️🚀 (@JLMARTINSBH) July 27, 2023

Os 4 R’s, que estão na administração do Galo desde 2020, vão estar também controlando a Galo Holding, ou seja, a própria SAF. Essa situação acabou gerando debates, críticas e protestos por parte da torcida. Foi algo debatido internamento e pontuado pelo CEO, Bruno Muzzi. “Sinceramente, não vejo dessa maneira. Você veja: até os movimentos que eles fizeram, não deixar a associação ser diluída. Eles estão deixando de receber as suas dívidas aqui dentro, aportando ainda mais, colocando mais dinheiro. Estão trazendo a dívida de R$ 1,8 bilhão para eles. Quando escuto isso (conflito de interesses), e muita gente coloca isso, beira o absurdo para mim”.

Com uma dívida bilionária e criticas a SAF, o CEO explicou sobre a polêmica que ronda os bastidores da equipe

O Atlético-MG vem de sete jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro, sendo três derrotas e quatro empates. Sob o comando do técnico Felipão, o Galo ainda não venceu na competição. A equipe mineira ocupa a 13º colocação com 21 pontos, a sete da zona de rebaixamento da competição. Com uma atuação modesta no mercado da bola e perdendo jogadores importantes, a diretoria vem trabalhando para equilibrar os bastidores.

Dentre as prioridades da gestão nessa temporada está a transformação da equipe em clube empresa, SAF. Entretanto, é um assunto que se tornou palco de polêmica nos bastidores e por parte da torcida. O principal fator para que isso ocorresse é a dívida bilionária do clube, que atualmente gira em torno de R$ 1,8 bilhão, colocando a SAF como uma solução nesse momento.

De acordo com informações do portal GE, a SAF será controlada pela Galo Holding, que detém 75%, em troca de um aporte de R$ 913 milhões. Já os outros 25%, não serão diluídos em caso de futuros aportes, mas sim, apenas mediante a aprovação do próprio Conselho Deliberativo. “Foi algo muito a favor da associação, muito protetivo a ela”, informou.

Não acho arriscado , uma hora ou outra isso tem de acontecer segurar as finanças para ter o dinheiro do estádio e sem dívidas para ter uma vida saudável financeiramente, acho que tem de ser agora … Se não volta pro buraco novamente mesmo com Saf … Flamerda fez isso a 7 anos— Jardel Martins💪🙏😎🚵‍♂️🚀 (@JLMARTINSBH) July 27, 2023

Os 4 R’s, que estão na administração do Galo desde 2020, vão estar também controlando a Galo Holding, ou seja, a própria SAF. Essa situação acabou gerando debates, críticas e protestos por parte da torcida. Foi algo debatido internamento e pontuado pelo CEO, Bruno Muzzi. “Sinceramente, não vejo dessa maneira. Você veja: até os movimentos que eles fizeram, não deixar a associação ser diluída. Eles estão deixando de receber as suas dívidas aqui dentro, aportando ainda mais, colocando mais dinheiro. Estão trazendo a dívida de R$ 1,8 bilhão para eles. Quando escuto isso (conflito de interesses), e muita gente coloca isso, beira o absurdo para mim”.  


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