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CEO de bets relata que banco pediu retirada de investimentos por atuação no setor de apostas

CEO de bets relata que banco pediu retirada de investimentos por atuação no setor de apostas

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Executivo da Ana Gaming afirma ter sido “convidado” a encerrar relação com instituição financeira após assumir comando de empresa de apostas regulamentada no Brasil.

Marco Túlio Oliveira, CEO da Ana Gaming, grupo responsável pelas marcas 7K, Cassino.bet e Vera.bet, afirmou ter sido “convidado” por um banco da Faria Lima a retirar seus investimentos da instituição após sua atuação no setor de apostas esportivas e jogos online.

De acordo com o Globo, em publicação no LinkedIn, o executivo disse ter sido surpreendido com a decisão, atribuída ao fato de ocupar hoje a posição de CEO de uma empresa do segmento de bets, ainda que, segundo ele, totalmente regulamentada.

Veja também: Cassino ao vivo: Ana Gaming anuncia expansão do portfólio com parceria com a Imagine Live

“O motivo? Hoje ocupo a posição de CEO de uma empresa de apostas (diga-se de passagem, totalmente regulamentada)”, escreveu Marco Túlio. Ele acrescentou que, embora reconheça o direito das instituições financeiras de definirem suas próprias políticas de relacionamento, o episódio levanta um debate mais amplo sobre a forma como o setor é tratado no mercado.

Segundo o executivo, ainda há uma dificuldade em diferenciar empresas reguladas daquelas que operam à margem da lei. “Faz sentido que profissionais que atuam em empresas autorizadas, fiscalizadas e regulamentadas pelo governo federal sejam tratados como se fizessem parte de uma atividade ilegal?”, questionou.

Veja também: Marco Tulio Oliveira, CEO da Ana Gaming: “Se diminuirmos a ilegalidade pela metade, aumentamos a arrecadação em 50%”

Marco Túlio não revelou o nome do banco envolvido, mas afirmou se tratar de uma das maiores instituições financeiras do país, com atuação no segmento private banking, voltado a clientes de alta renda.

O CEO também criticou o que vê como uma generalização do setor. “Faz sentido que uma minoria que atua à margem da lei acabe definindo a percepção sobre um setor inteiro?”, disse, ao defender que empresas reguladas geram empregos, pagam impostos e operam dentro das normas estabelecidas.

Executivo da Ana Gaming afirma ter sido “convidado” a encerrar relação com instituição financeira após assumir comando de empresa de apostas regulamentada no Brasil.

Marco Túlio Oliveira, CEO da Ana Gaming, grupo responsável pelas marcas 7K, Cassino.bet e Vera.bet, afirmou ter sido “convidado” por um banco da Faria Lima a retirar seus investimentos da instituição após sua atuação no setor de apostas esportivas e jogos online.

De acordo com o Globo, em publicação no LinkedIn, o executivo disse ter sido surpreendido com a decisão, atribuída ao fato de ocupar hoje a posição de CEO de uma empresa do segmento de bets, ainda que, segundo ele, totalmente regulamentada.

Veja também: Cassino ao vivo: Ana Gaming anuncia expansão do portfólio com parceria com a Imagine Live

“O motivo? Hoje ocupo a posição de CEO de uma empresa de apostas (diga-se de passagem, totalmente regulamentada)”, escreveu Marco Túlio. Ele acrescentou que, embora reconheça o direito das instituições financeiras de definirem suas próprias políticas de relacionamento, o episódio levanta um debate mais amplo sobre a forma como o setor é tratado no mercado.

Segundo o executivo, ainda há uma dificuldade em diferenciar empresas reguladas daquelas que operam à margem da lei. “Faz sentido que profissionais que atuam em empresas autorizadas, fiscalizadas e regulamentadas pelo governo federal sejam tratados como se fizessem parte de uma atividade ilegal?”, questionou.

Veja também: Marco Tulio Oliveira, CEO da Ana Gaming: “Se diminuirmos a ilegalidade pela metade, aumentamos a arrecadação em 50%”

Marco Túlio não revelou o nome do banco envolvido, mas afirmou se tratar de uma das maiores instituições financeiras do país, com atuação no segmento private banking, voltado a clientes de alta renda.

O CEO também criticou o que vê como uma generalização do setor. “Faz sentido que uma minoria que atua à margem da lei acabe definindo a percepção sobre um setor inteiro?”, disse, ao defender que empresas reguladas geram empregos, pagam impostos e operam dentro das normas estabelecidas.

  

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