Especialista em doenças da pele, a dermatologista Clessya Rocha alerta que a doença pode surgir ou ser desencadeada por substâncias que provocam reações
A dermatite atópica (DA) é a doença crônica mais comum da pele, que acomete cerca de 20% das crianças e 5% dos adultos e faz parte das doenças atópicas, que incluem a asma e a rinite alérgica. Mesmo sendo recorrente, a doença de pele permanece desconhecida pela população em geral. Afeta principalmente as grandes dobras do corpo, como braços, joelhos e pescoço.
Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia a DA é uma doença genética crônica. Algumas de suas principais características são coceira e pele seca. Trata-se de uma doença que é bastante comum em crianças e aproximadamente 70% destas crianças que apresentaram a doença na infância evoluíram com remissão na adolescência, embora alguns casos recidiva na vida adulta.
Dermatite atópica: Dermatologista explica o que é e como tratar a doença. Imagem: Pixabay.
Especialista em doenças da pele, a dermatologista Clessya Rocha alerta que a doença pode surgir ou ser desencadeada por substâncias que provocam reações, como pelos de animais de estimação, condições ambientais, roupas que provocam coceira, ou emoções e estresse: “Existem medicamentos que ajudam no controle, além do uso de probióticos, que são bactérias vivas benéficas que ajudam a modular o sistema imune intestinal”, explicou.
*desabafinho*
Mais um dia lidando c crise dessa abençoada dermatite atopica.
Reiniciando ciclo de MTX e lidando com o rebote de desmame de corticoide.
Oremos pra minha sanidade não se esvair. pic.twitter.com/mnGjkuS1PW
— Felipe Manfredini (@FeoManfredini)
December 29, 2022
Segundo a médica, nos casos mais graves, os pacientes poderão precisar de medicações orais.Os ferimentos provocados por coçar a pele juntamente com a modificação da barreira cutânea e da flora da pele poderão juntos levar a infecções secundárias bacterianas ou virais, devendo ser tratados pelo médico dermatologista.
Dra. Clessya Rocha é médica formada pela Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP) e Dermatologista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Atualmente é professora de Dermatologia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e doutoranda na Universidade de São Paulo (USP). Clessya também é Speaker em fios PDO e preenchimento com ácido hialurônico além de ser Palestrante nacional. Registros: CRM 18982 / RQE 12458
Especialista em doenças da pele, a dermatologista Clessya Rocha alerta que a doença pode surgir ou ser desencadeada por substâncias que provocam reações A dermatite atópica (DA) é a doença crônica mais comum da pele, que acomete cerca de 20% das crianças e 5% dos adultos e faz parte das doenças atópicas, que incluem a asma e a rinite alérgica. Mesmo sendo recorrente, a doença de pele permanece desconhecida pela população em geral. Afeta principalmente as grandes dobras do corpo, como braços, joelhos e pescoço.
Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia a DA é uma doença genética crônica. Algumas de suas principais características são coceira e pele seca. Trata-se de uma doença que é bastante comum em crianças e aproximadamente 70% destas crianças que apresentaram a doença na infância evoluíram com remissão na adolescência, embora alguns casos recidiva na vida adulta.
Dermatite atópica: Dermatologista explica o que é e como tratar a doença. Imagem: Pixabay.
Especialista em doenças da pele, a dermatologista Clessya Rocha alerta que a doença pode surgir ou ser desencadeada por substâncias que provocam reações, como pelos de animais de estimação, condições ambientais, roupas que provocam coceira, ou emoções e estresse: “Existem medicamentos que ajudam no controle, além do uso de probióticos, que são bactérias vivas benéficas que ajudam a modular o sistema imune intestinal”, explicou.
*desabafinho* Mais um dia lidando c crise dessa abençoada dermatite atopica. Reiniciando ciclo de MTX e lidando com o rebote de desmame de corticoide. Oremos pra minha sanidade não se esvair. pic.twitter.com/mnGjkuS1PW — Felipe Manfredini (@FeoManfredini)
December 29, 2022
Segundo a médica, nos casos mais graves, os pacientes poderão precisar de medicações orais.Os ferimentos provocados por coçar a pele juntamente com a modificação da barreira cutânea e da flora da pele poderão juntos levar a infecções secundárias bacterianas ou virais, devendo ser tratados pelo médico dermatologista.
Dra. Clessya Rocha é médica formada pela Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP) e Dermatologista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Atualmente é professora de Dermatologia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e doutoranda na Universidade de São Paulo (USP). Clessya também é Speaker em fios PDO e preenchimento com ácido hialurônico além de ser Palestrante nacional. Registros: CRM 18982 / RQE 12458
Participe da IGI Expo 2026: https://igi-expo.com/



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