Em nota, instituto alerta que restrições ao mercado regulado podem fortalecer plataformas clandestinas e comprometer medidas de proteção financeira do programa.
O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) afirmou, em nota divulgada nesta sexta-feira (8), que o combate ao mercado clandestino de apostas será essencial para garantir a eficácia das medidas de proteção financeira ligadas ao Desenrola 2.0. Segundo a entidade, restringir o acesso às plataformas regulamentadas pode acabar fortalecendo operadores ilegais que atuam sem fiscalização no país.
No comunicado, o instituto destacou que “a eficácia das medidas de proteção financeira no Desenrola 2.0 depende, fundamentalmente, de um combate rigoroso ao mercado ilegal de apostas”.
O IBJR também utilizou dados de um estudo da LCA Consultoria para argumentar que as apostas regulamentadas possuem participação reduzida no orçamento das famílias brasileiras. De acordo com a entidade, em 2025, as apostas realizadas em plataformas licenciadas representaram apenas 0,46% do consumo das famílias no país.
Para o instituto, o dado reforça que “o principal fator de endividamento no orçamento dos brasileiros segue sendo o alto custo do crédito”.
Na nota, a associação alertou ainda que possíveis restrições ao mercado regulado podem estimular a migração de usuários para sites clandestinos. Segundo o IBJR, essas plataformas ilegais movimentam cerca de R$ 40 bilhões (US$ 8 bilhões) por ano no Brasil e operam “sem qualquer fiscalização ou mecanismos de proteção ao consumidor”.
O comunicado também afirma que operadores sem licença, “muitas vezes associados ao crime organizado”, podem aproveitar períodos de maior demanda para ampliar sua atuação. A entidade cita a proximidade da Copa do Mundo como um fator de preocupação, diante da expectativa de crescimento no volume de apostas esportivas.
Segundo o IBJR, a migração de apostadores para plataformas clandestinas poderia gerar uma perda de até R$ 10,8 bilhões (US$ 2,16 bilhões) em arrecadação para o país.
Veja também: IBJR defende publicidade regulada como instrumento de proteção ao apostador e combate ao mercado ilegal
A entidade defendeu ainda uma atuação conjunta entre governo e setor privado para enfrentar o problema. Na avaliação do instituto, “a proteção real do cidadão e a integridade do Desenrola 2.0 passam por uma atuação coordenada entre Governo e setor privado”.
Entre as medidas defendidas pelo IBJR estão ações de educação financeira, fortalecimento das políticas de jogo responsável e uma ofensiva mais intensa contra sites ilegais, com o objetivo de manter o consumo em um ambiente regulamentado e fiscalizado.
Em nota, instituto alerta que restrições ao mercado regulado podem fortalecer plataformas clandestinas e comprometer medidas de proteção financeira do programa.
O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) afirmou, em nota divulgada nesta sexta-feira (8), que o combate ao mercado clandestino de apostas será essencial para garantir a eficácia das medidas de proteção financeira ligadas ao Desenrola 2.0. Segundo a entidade, restringir o acesso às plataformas regulamentadas pode acabar fortalecendo operadores ilegais que atuam sem fiscalização no país.
No comunicado, o instituto destacou que “a eficácia das medidas de proteção financeira no Desenrola 2.0 depende, fundamentalmente, de um combate rigoroso ao mercado ilegal de apostas”.
O IBJR também utilizou dados de um estudo da LCA Consultoria para argumentar que as apostas regulamentadas possuem participação reduzida no orçamento das famílias brasileiras. De acordo com a entidade, em 2025, as apostas realizadas em plataformas licenciadas representaram apenas 0,46% do consumo das famílias no país.
Para o instituto, o dado reforça que “o principal fator de endividamento no orçamento dos brasileiros segue sendo o alto custo do crédito”.
Na nota, a associação alertou ainda que possíveis restrições ao mercado regulado podem estimular a migração de usuários para sites clandestinos. Segundo o IBJR, essas plataformas ilegais movimentam cerca de R$ 40 bilhões (US$ 8 bilhões) por ano no Brasil e operam “sem qualquer fiscalização ou mecanismos de proteção ao consumidor”.
O comunicado também afirma que operadores sem licença, “muitas vezes associados ao crime organizado”, podem aproveitar períodos de maior demanda para ampliar sua atuação. A entidade cita a proximidade da Copa do Mundo como um fator de preocupação, diante da expectativa de crescimento no volume de apostas esportivas.
Segundo o IBJR, a migração de apostadores para plataformas clandestinas poderia gerar uma perda de até R$ 10,8 bilhões (US$ 2,16 bilhões) em arrecadação para o país.
Veja também: IBJR defende publicidade regulada como instrumento de proteção ao apostador e combate ao mercado ilegal
A entidade defendeu ainda uma atuação conjunta entre governo e setor privado para enfrentar o problema. Na avaliação do instituto, “a proteção real do cidadão e a integridade do Desenrola 2.0 passam por uma atuação coordenada entre Governo e setor privado”.
Entre as medidas defendidas pelo IBJR estão ações de educação financeira, fortalecimento das políticas de jogo responsável e uma ofensiva mais intensa contra sites ilegais, com o objetivo de manter o consumo em um ambiente regulamentado e fiscalizado.
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