Segundo a FFDF, a proibição causaria um “colapso” das finanças dos clubes do futebol brasileiro.
Distrito Federal.- A Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), em parceria com Sindicato Nacional do Futebol (Sinafut), publicou uma nota contra os projetos de lei em tramitação no Congresso que têm o objetivo de proibir a publicidade das empresas de apostas de quota fixa.
Uma dessas propostas de veto à propaganda das bets é o Projeto de Lei 1212/2025, de autoria do deputado federal Saulo Pedroso (PSD-SP). O colega parlamentar Rodrigo Gambele (PODE-SP), na semana passada, protocolou um requerimento de urgência para acelerar a tramitação do documento.
Veja também: Proibir publicidade de bets fortalece mercado ilegal, diz ANJL
O autor do projeto afirma na justificativa do documento que a proposta “tem como objetivo a proteção dos cidadãos brasileiros, especialmente os mais vulneráveis, frente aos impactos prejudiciais das apostas esportivas e dos jogos eletrônicos de azar, que têm se proliferado rapidamente no Brasil”.
A norma prevê multas que podem chegar até R$ 150 mil (US$ 30 mil) caso a empresa descumpra as regras. Outras punições previstas são a suspensão da permissão de fazer publicidade por até 60 dias e ainda a proibição de renovação de contratos de publicidade e patrocínio.
“Essas práticas têm causado sérios problemas sociais, como o vício em jogos, endividamento, depressão e, em situações extremas, envolvimento em crimes relacionados a questões financeiras”, complementa o projeto de lei.
A Federação de Futebol do DF discorda dessa perspectiva. Segundo a nota da instituição esportiva, a proibição da publicidade das empresas de jogos de azar, caso seja aprovada, resultaria em um “colapso do modelo econômico-financeiro de todo o ecossistema do futebol brasileiro“.
“Essa medida tem potencial devastador para o mercado do futebol nacional e não conversa com medidas úteis e práticas educacionais que visam tratar de um tema importante e delicado. A retirada abrupta dessas receitas também implica em impactos econômicos para aqueles que necessitam, direta ou indiretamente, das atividades vinculadas ao futebol”, acrescenta a Federação.
Para a entidade, vetar todos os tipos de acordos de marketing com plataformas de apostas teria impacto negativo na arrecadação dos clubes de futebol e pode causar demissões de milhares de pessoas que trabalham com o esporte.
“Se aprovar tal projeto, o futebol brasileiro estará em apuros diante do iminente colapso, dado o nível de investimento das operadoras legalizadas, que hoje são fundamentais para o custeio das despesas dos clubes, federações e entidades esportivas em geral”, conclui a nota.
Segundo a FFDF, a proibição causaria um “colapso” das finanças dos clubes do futebol brasileiro.
Distrito Federal.- A Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), em parceria com Sindicato Nacional do Futebol (Sinafut), publicou uma nota contra os projetos de lei em tramitação no Congresso que têm o objetivo de proibir a publicidade das empresas de apostas de quota fixa.
Uma dessas propostas de veto à propaganda das bets é o Projeto de Lei 1212/2025, de autoria do deputado federal Saulo Pedroso (PSD-SP). O colega parlamentar Rodrigo Gambele (PODE-SP), na semana passada, protocolou um requerimento de urgência para acelerar a tramitação do documento.
Veja também: Proibir publicidade de bets fortalece mercado ilegal, diz ANJL
O autor do projeto afirma na justificativa do documento que a proposta “tem como objetivo a proteção dos cidadãos brasileiros, especialmente os mais vulneráveis, frente aos impactos prejudiciais das apostas esportivas e dos jogos eletrônicos de azar, que têm se proliferado rapidamente no Brasil”.
A norma prevê multas que podem chegar até R$ 150 mil (US$ 30 mil) caso a empresa descumpra as regras. Outras punições previstas são a suspensão da permissão de fazer publicidade por até 60 dias e ainda a proibição de renovação de contratos de publicidade e patrocínio.
“Essas práticas têm causado sérios problemas sociais, como o vício em jogos, endividamento, depressão e, em situações extremas, envolvimento em crimes relacionados a questões financeiras”, complementa o projeto de lei.
A Federação de Futebol do DF discorda dessa perspectiva. Segundo a nota da instituição esportiva, a proibição da publicidade das empresas de jogos de azar, caso seja aprovada, resultaria em um “colapso do modelo econômico-financeiro de todo o ecossistema do futebol brasileiro“.
“Essa medida tem potencial devastador para o mercado do futebol nacional e não conversa com medidas úteis e práticas educacionais que visam tratar de um tema importante e delicado. A retirada abrupta dessas receitas também implica em impactos econômicos para aqueles que necessitam, direta ou indiretamente, das atividades vinculadas ao futebol”, acrescenta a Federação.
Para a entidade, vetar todos os tipos de acordos de marketing com plataformas de apostas teria impacto negativo na arrecadação dos clubes de futebol e pode causar demissões de milhares de pessoas que trabalham com o esporte.
“Se aprovar tal projeto, o futebol brasileiro estará em apuros diante do iminente colapso, dado o nível de investimento das operadoras legalizadas, que hoje são fundamentais para o custeio das despesas dos clubes, federações e entidades esportivas em geral”, conclui a nota.
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