Legalização dos cassinos pode aumentar a arrecadação do país, defende o grupo Livres

Segundo a entidade, os cassinos físicos podem gerar até R$ 37,3 bilhões anualmente.


O grupo Livres, movimento político que defendo o liberalismo econômico, se mostrou favorável a legalização dos cassinos físicos no Brasil. A defesa foi feita no Caderno de Políticas Públicas de 2026, documento da associação que reúne proposições para o país.

Para sustentar a proposta, a entidade cita dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC) que estimam que os cassinos físicos poderiam gerar arrecadação superior a R$ 37,3 bilhões (US$ 7,6 bilhões) anualmente. Além disso, a atividade poderia criar mais de 1 milhão de empregos.

Veja também: “Uma das frustrações que eu tenho é não ter conseguido a legalização do jogo do bicho”, afirma ex-deputado Alencar da Silveira Jr


iGaming & Gaming International Expo - IGI

Segundo o Livres, a proibição dos jogos de azar físicos não impede a existência dos jogos. Na realidade, essa medida facilitaria a atuação do crime organizado. “A proibição dos cassinos não eliminou o jogo no Brasil, apenas empurrou a atividade para a clandestinidade”, afirma Rafael Moredo, coordenador de políticas públicas do Livres.

Para o representante do grupo, a legalização aliada à regulamentação do setor possibilitaria uma maior fiscalização das atividades, o que eleva a proteção ao consumidor.

Atualmente, há uma proposta em tramitação no Senado Federal que visa liberar diferentes estabelecimentos de jogos de azar. O Projeto de Lei Nº 2234/22, legalizaria cassinos, bingos, jogo do bicho, apostas em corridas de cavalo e outros jogos de azar

Segundo a entidade, os cassinos físicos podem gerar até R$ 37,3 bilhões anualmente.

O grupo Livres, movimento político que defendo o liberalismo econômico, se mostrou favorável a legalização dos cassinos físicos no Brasil. A defesa foi feita no Caderno de Políticas Públicas de 2026, documento da associação que reúne proposições para o país.

Para sustentar a proposta, a entidade cita dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC) que estimam que os cassinos físicos poderiam gerar arrecadação superior a R$ 37,3 bilhões (US$ 7,6 bilhões) anualmente. Além disso, a atividade poderia criar mais de 1 milhão de empregos.

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Segundo o Livres, a proibição dos jogos de azar físicos não impede a existência dos jogos. Na realidade, essa medida facilitaria a atuação do crime organizado. “A proibição dos cassinos não eliminou o jogo no Brasil, apenas empurrou a atividade para a clandestinidade”, afirma Rafael Moredo, coordenador de políticas públicas do Livres.

Para o representante do grupo, a legalização aliada à regulamentação do setor possibilitaria uma maior fiscalização das atividades, o que eleva a proteção ao consumidor.

Atualmente, há uma proposta em tramitação no Senado Federal que visa liberar diferentes estabelecimentos de jogos de azar. O Projeto de Lei Nº 2234/22, legalizaria cassinos, bingos, jogo do bicho, apostas em corridas de cavalo e outros jogos de azar

  


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