Música e inteligência: Especialista em neurociência explica o que seu gosto musical revela sobre seu QI

Ter afinidade com estilos musicais diferentes é natural entre as pessoas, mas você sabia que o gosto musical pode estar relacionado à inteligência?

Há mais de 4.000 a.C., com as primeiras civilizações, os seres humanos já estavam ligados à música. Com o passar do tempo, ela foi ganhando novas vertentes que, posteriormente, foram chamados de estilos musicais. Hoje em dia, são inúmeros os gostos para canções. E tudo isso está ligado a inúmeras características.




Um dos principais fatores que pode determinar a afinidade com um estilo musical específico é a influência do ambiente, por exemplo. No entanto, não é apenas isso. De acordo com o artigo “O estilo musical de pessoas inteligentes”, escrito pelo Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, e publicado pela Revista Multidisciplinar de Ciência Latina, o QI é um fator importante para determinar o gosto musical de um indivíduo.

Foto: Reprodução/Pixabay

“Em consideração que pessoas inteligentes, com comprovações avaliadas em testes de QI possuem personalidades com algumas variáveis similares, é cabível de atenção e definição sobre o fato que a escolha musical também tenha similaridade”, explicou o Dr., que realizou uma pesquisa com mais de 50 participantes, onde foi possível confirmar que os indivíduos com QI alto preferem o rock. 

Vc sabia que o gosto musical de uma pessoa tem tudo haver com a sua inteligência?
Uma pesquisa feita pelo Neurocientista Dr. Fabiano de Abreu Agrela, diz que: pessoas inteligentes e com o QI elevado prefere ouvir Rock e música clássica. ������������ pic.twitter.com/vvs6OBCyR4

— Valkad (@valkadsp)
December 29, 2022



A música causa diversos impactos no cérebro. Ela pode ser usada como uma ferramenta terapêutica para tratamento de doenças cognitivas, como hiperatividade e Mal de Parkinson. “Alguns estudos já indicam efeitos da música na estimulação de dopamina em pacientes com epilepsia do lobo temporal, amenizando convulsões; a chamada musicoterapia também tem mostrado diversos benefícios no tratamento de Alzheimer”, explica Dr. Fabiano de Abreu. O especialista ainda diz que a música instrumental clássica é ótima para atividades que requerem foco, enquanto música eletrônica vai muito bem com a prática de exercícios físicos.

Sobre o Dr. Fabiano de Abreu: Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues, é um Pós-doutor e PhD em neurociências eleito membro da Sigma Xi, The Scientific Research Honor Society e Membro da Society for Neuroscience (USA) e da APA – American Philosophical Association, Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. É diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), Cientista no Hospital Universitário Martin Dockweiler, Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International, Membro ativo da Redilat, membro-sócio da APBE – Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva. Membro Mensa, Intertel e TNS.

Currículo BR: http://lattes.cnpq.br/1428461891222558
Currículo PT: https://www.cienciavitae.pt/portal/en/8316-38CC-0664
Currículo INT: https://orcid.org/0000-0002-5487-5852

Ter afinidade com estilos musicais diferentes é natural entre as pessoas, mas você sabia que o gosto musical pode estar relacionado à inteligência? Há mais de 4.000 a.C., com as primeiras civilizações, os seres humanos já estavam ligados à música. Com o passar do tempo, ela foi ganhando novas vertentes que, posteriormente, foram chamados de estilos musicais. Hoje em dia, são inúmeros os gostos para canções. E tudo isso está ligado a inúmeras características.

 

Um dos principais fatores que pode determinar a afinidade com um estilo musical específico é a influência do ambiente, por exemplo. No entanto, não é apenas isso. De acordo com o artigo “O estilo musical de pessoas inteligentes”, escrito pelo Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, e publicado pela Revista Multidisciplinar de Ciência Latina, o QI é um fator importante para determinar o gosto musical de um indivíduo.

Foto: Reprodução/Pixabay

“Em consideração que pessoas inteligentes, com comprovações avaliadas em testes de QI possuem personalidades com algumas variáveis similares, é cabível de atenção e definição sobre o fato que a escolha musical também tenha similaridade”, explicou o Dr., que realizou uma pesquisa com mais de 50 participantes, onde foi possível confirmar que os indivíduos com QI alto preferem o rock. 

Vc sabia que o gosto musical de uma pessoa tem tudo haver com a sua inteligência? Uma pesquisa feita pelo Neurocientista Dr. Fabiano de Abreu Agrela, diz que: pessoas inteligentes e com o QI elevado prefere ouvir Rock e música clássica. ������������ pic.twitter.com/vvs6OBCyR4 — Valkad (@valkadsp)
December 29, 2022

A música causa diversos impactos no cérebro. Ela pode ser usada como uma ferramenta terapêutica para tratamento de doenças cognitivas, como hiperatividade e Mal de Parkinson. “Alguns estudos já indicam efeitos da música na estimulação de dopamina em pacientes com epilepsia do lobo temporal, amenizando convulsões; a chamada musicoterapia também tem mostrado diversos benefícios no tratamento de Alzheimer”, explica Dr. Fabiano de Abreu. O especialista ainda diz que a música instrumental clássica é ótima para atividades que requerem foco, enquanto música eletrônica vai muito bem com a prática de exercícios físicos.
Sobre o Dr. Fabiano de Abreu: Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues, é um Pós-doutor e PhD em neurociências eleito membro da Sigma Xi, The Scientific Research Honor Society e Membro da Society for Neuroscience (USA) e da APA – American Philosophical Association, Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. É diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), Cientista no Hospital Universitário Martin Dockweiler, Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International, Membro ativo da Redilat, membro-sócio da APBE – Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva. Membro Mensa, Intertel e TNS.
Currículo BR: http://lattes.cnpq.br/1428461891222558 Currículo PT: https://www.cienciavitae.pt/portal/en/8316-38CC-0664 Currículo INT: https://orcid.org/0000-0002-5487-5852  


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