×

Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wembley, Inglaterra, 1966

os negócios por trás dos estádios das finais de copa do mundo: wembley, inglaterra, 1966

Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wembley, Inglaterra, 1966

0 0
Read Time:2 Minute, 25 Second

Na década de 1960, a lucratividade do futebol ainda era baseada quase exclusivamente na venda de ingressos. Para a Fifa, que obteve um retorno financeiro abaixo do esperado no Mundial do Chile, em 1962, a Copa do Mundo de 1966, disputada na Inglaterra, precisava ser um sucesso comercial e de receitas.

LEIA MAIS: Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Centenário, Uruguai, 1930
LEIA MAIS: Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Nacional de Roma, Itália, 1934
LEIA MAIS: Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Colombes, França, 1938
LEIA MAIS: Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Maracanã, Brasil, 1950 e 2014
LEIA MAIS: Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wankdorf, Suíça, 1954
LEIA MAIS: Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Rasunda, Suécia, 1958
LEIA MAIS: Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Nacional de Santiago, Chile, 1962

Diante desse cenário, o governo britânico aportou £ 500 mil à época em melhorias técnicas de segurança e capacidade nas arenas que receberiam o Mundial com o objetivo de maximizar a venda de ingressos para o evento.

Palco da final da Copa do Mundo, entre Inglaterra e Alemanha Ocidental, o Estádio de Wembley, inaugurado em 1923, operava sob uma lógica financeira focada no volume de pessoas. Por conta disso, a principal fonte de receita in loco da decisão do Mundial de 1966 foi a venda direta de ingressos, com um público pagante superior a 96 mil espectadores.

Hospitalidade e negócios

Diferentemente das atuais arenas esportivas, em 1966, o Estádio de Wembley não possuía setores segmentados para camarotes ou áreas de relacionamento para serem vendidas a empresas durante a Copa do Mundo. O núcleo de relacionamento do local era o “Royal Box”, que funcionava sob uma lógica de protocolo de Estado e cortesia diplomática.

O local serviu para receber a Rainha Elizabeth II, autoridades governamentais e dirigentes da Fifa de maneira institucional, sem a venda de produtos comerciais de hospitalidade corporativa.

Diante da ausência de áreas desse tipo dentro de Wembley, o local em que negócios eram fechados e o relacionamento institucional acontecia no Mundial de 1966 migrou para redes de hotelaria de Londres. O espaço pensado para networking e recepções diplomáticas foi o Royal Garden Hotel, em Kensington, palco do banquete de celebração da final.

O post Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wembley, Inglaterra, 1966 apareceu primeiro em Máquina do Esporte.

Palco da decisão do Mundial sediado e vencido pelos ingleses operava sob uma lógica financeira pautada na venda de ingressos e contava com áreas exclusivas para relacionamento diplomático entre autoridades políticas
O post Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wembley, Inglaterra, 1966 apareceu primeiro em Máquina do Esporte.

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

You May Have Missed