Vereadores de Fortaleza promovem audiência pública para discutir impacto das bets na saúde

O encontro, que foi realizado no Complexo das Comissões, contou com a presença de especialistas.


Ceará.- A Câmara Municipal de Fortaleza (CE) realizou uma audiência pública, na segunda-feira (4), para discutir os impactos das apostas de quota fixa na saúde pública e financeira dos moradores da capital cearense.

O encontro foi realizado após o requerimento nº 6156/2025, apresentado pelo vereador Benigno Júnior (Republicanos). O autor do requerimento justificou a solicitação ao afirmar que o crescimento do setor de apostas causou o que chamou de uma “nova epidemia comportamental”.

Benigno disse durante a audiência que: “esse tema tem causado grande destruição das nossas famílias, e não só em Fortaleza, mas em todo o Brasil. A dependência tem atingido muita pessoas, que vão desde os mais vulneráveis até famílias de melhor condição.”


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Veja também: Vereador propõe projeto para proibir publicidade de bets em espaços públicos de Fortaleza

“Cerca de 80% da população de Fortaleza usa o SUS e, hoje, o problema é de saúde pública. O sistema ainda não tem a estrutura adequada para tratar essa pessoa e quem busca sair do vício encontra dificuldade até para achar tratamento”, acrescentou o vereador.

A audiência pública contou com a participação de especialistas, como Eduardo Rocha Dias, procurador-geral da Advocacia-Geral da União (AGU). “O cenário de endividamento das famílias é preocupante. No plano municipal, é preciso verificar como está a rede de atendimento à saúde mental”, disse Dias.

“As empresas deveriam ter o dever de monitorar sinais de jogo patológico, como apostar de madrugada ou por muitas horas seguidas, e impor pausas ou exclusões automáticas”, acrescentou o procurador-geral.

Rane Felix, coordenadora de Políticas de Saúde Mental da Secretaria da Saúde do Ceará, também integrou a mesa. Ela falou sobre as formações que a Secretaria tem feito para preparar os profissionais para atender pessoas com vício em jogos.

“O nosso primeiro foco é que os profissionais recebam e acolham essas pessoas sem estigma e sem preconceito. O Ceará conta com 125 CAPS, sendo 32 deles do tipo EAD (Álcool e Drogas), que estão sendo preparados para essa escuta qualificada. Estamos articulando também com as escolas para trabalhar a prevenção, pois este é um tema multifatorial”, declarou Rane.

O encontro, que foi realizado no Complexo das Comissões, contou com a presença de especialistas.

Ceará.- A Câmara Municipal de Fortaleza (CE) realizou uma audiência pública, na segunda-feira (4), para discutir os impactos das apostas de quota fixa na saúde pública e financeira dos moradores da capital cearense.

O encontro foi realizado após o requerimento nº 6156/2025, apresentado pelo vereador Benigno Júnior (Republicanos). O autor do requerimento justificou a solicitação ao afirmar que o crescimento do setor de apostas causou o que chamou de uma “nova epidemia comportamental”.

Benigno disse durante a audiência que: “esse tema tem causado grande destruição das nossas famílias, e não só em Fortaleza, mas em todo o Brasil. A dependência tem atingido muita pessoas, que vão desde os mais vulneráveis até famílias de melhor condição.”

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“Cerca de 80% da população de Fortaleza usa o SUS e, hoje, o problema é de saúde pública. O sistema ainda não tem a estrutura adequada para tratar essa pessoa e quem busca sair do vício encontra dificuldade até para achar tratamento”, acrescentou o vereador.

A audiência pública contou com a participação de especialistas, como Eduardo Rocha Dias, procurador-geral da Advocacia-Geral da União (AGU). “O cenário de endividamento das famílias é preocupante. No plano municipal, é preciso verificar como está a rede de atendimento à saúde mental”, disse Dias.

“As empresas deveriam ter o dever de monitorar sinais de jogo patológico, como apostar de madrugada ou por muitas horas seguidas, e impor pausas ou exclusões automáticas”, acrescentou o procurador-geral.

Rane Felix, coordenadora de Políticas de Saúde Mental da Secretaria da Saúde do Ceará, também integrou a mesa. Ela falou sobre as formações que a Secretaria tem feito para preparar os profissionais para atender pessoas com vício em jogos.

“O nosso primeiro foco é que os profissionais recebam e acolham essas pessoas sem estigma e sem preconceito. O Ceará conta com 125 CAPS, sendo 32 deles do tipo EAD (Álcool e Drogas), que estão sendo preparados para essa escuta qualificada. Estamos articulando também com as escolas para trabalhar a prevenção, pois este é um tema multifatorial”, declarou Rane.

  


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