Segundo Dario Durigan, as bets tem participação, mas não são a única causa de débitos entre as famílias.
O ministro da Fazenda Dario Durigan concedeu uma entrevista à GloboNews e comentou sobre a participação das apostas de quota fixa no orçamento das famílias brasileiras. Segundo o ministro, as bets têm impacto nas finanças dos brasileiros, mas não são a única e nem a principal causa de endividamento.
De acordo com o ministro, existem diversas pesquisas que abordam os impactos dos gastos com apostas no país. Mas o mercado de apostas não seria o principal causador de redução do consumo, como alegam diferentes setores econômicos, incluindo o varejo.
Veja também: Desenrola 2.0: ANJL critica plano do governo e vê ‘contradições’
“Já tem vários estudos que tratam disso. Estudos que vieram do Banco Central, estudos que a gente tem da academia, estudos do Ministério da Fazenda. E há uma diferença entre o quanto há de comprometimento, de dívida pessoal, o quanto há de impacto no consumo, por exemplo, no varejo brasileiro, com o uso das bets. O fato é que a gente tem, sim, mesmo no estudo que mostra o menor impacto das bets, o fato é que existe, sim, um comprometimento da renda das pessoas com bets“, declarou Durigan.
A afirmação foi feita após o lançamento do programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil 2.0, que integra uma ferramenta que bloqueia o acesso de inscritos no programa a plataformas de apostas de quota fixa.
O Desenrola 2.0 prevê que os endividados poderão conseguir descontos nos débitos que variam de 30% a 90%. Além disso, será permitido que os inscritos usem até 20% do saldo disponível no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar dívidas. A iniciativa é destinada para que ganha até cinco salários mínimos mensais.
Sobre o bloqueio dos endividados nas casas de apostas, Durigan comentou sobre o motivo desse impedimento. “Nesse modelo de estimular um crédito mais sustentável, o ideal é que a pessoa que se diz endividada, que está precisando de uma ajuda pra renegociar sua dívida, ela não comprometa sua renda com o novo. Esse é o estímulo que o governo coloca. As bets estão sendo regularizadas no processo de regulação dura, que vem sendo implementado desde 2024, depois de 2018 a 2022 não ter sido nada feito, e é preciso avançar com isso”, declarou.
Segundo Dario Durigan, as bets tem participação, mas não são a única causa de débitos entre as famílias.
O ministro da Fazenda Dario Durigan concedeu uma entrevista à GloboNews e comentou sobre a participação das apostas de quota fixa no orçamento das famílias brasileiras. Segundo o ministro, as bets têm impacto nas finanças dos brasileiros, mas não são a única e nem a principal causa de endividamento.
De acordo com o ministro, existem diversas pesquisas que abordam os impactos dos gastos com apostas no país. Mas o mercado de apostas não seria o principal causador de redução do consumo, como alegam diferentes setores econômicos, incluindo o varejo.
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“Já tem vários estudos que tratam disso. Estudos que vieram do Banco Central, estudos que a gente tem da academia, estudos do Ministério da Fazenda. E há uma diferença entre o quanto há de comprometimento, de dívida pessoal, o quanto há de impacto no consumo, por exemplo, no varejo brasileiro, com o uso das bets. O fato é que a gente tem, sim, mesmo no estudo que mostra o menor impacto das bets, o fato é que existe, sim, um comprometimento da renda das pessoas com bets“, declarou Durigan.
A afirmação foi feita após o lançamento do programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil 2.0, que integra uma ferramenta que bloqueia o acesso de inscritos no programa a plataformas de apostas de quota fixa.
O Desenrola 2.0 prevê que os endividados poderão conseguir descontos nos débitos que variam de 30% a 90%. Além disso, será permitido que os inscritos usem até 20% do saldo disponível no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar dívidas. A iniciativa é destinada para que ganha até cinco salários mínimos mensais.
Sobre o bloqueio dos endividados nas casas de apostas, Durigan comentou sobre o motivo desse impedimento. “Nesse modelo de estimular um crédito mais sustentável, o ideal é que a pessoa que se diz endividada, que está precisando de uma ajuda pra renegociar sua dívida, ela não comprometa sua renda com o novo. Esse é o estímulo que o governo coloca. As bets estão sendo regularizadas no processo de regulação dura, que vem sendo implementado desde 2024, depois de 2018 a 2022 não ter sido nada feito, e é preciso avançar com isso”, declarou.
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