“Aconteceu isso hoje, R$ 5,5 milhões”; Leila recebe ‘bomba’ e pode ser proibida de contratar no Palmeiras

Em decorrência de um problema extracampo, a situação acabou atingindo diretamente o Verdão

Há cerca de 3 semanas, o mercado da bola se fechou completamente e atrapalhou a vida de diversos times, já que alguns não conseguiram anunciar reforços e seguem pressionados pelos torcedores. De qualquer forma, agora não adianta “chorar pelo leite derramado”, ou seja, o foco é na preparação, já de olho no próximo, que abre no meio deste ano.


 



 

Juntamente com as comissões técnicas, as diretorias das equipes brasileiras sabem que será necessário realizar investidas pontuais, mesmo que muitos passem por momentos delicados financeiramente. Especialmente nos casos de crise, com derrotas inesperadas ou mudanças de treinador, será ainda mais exigido que novas peças sejam anunciadas.


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No caso do Palmeiras, tudo está sob controle, com resultados ótimos e liderando o Brasileirão de forma provisória. Porém, existe outra situação que trouxe preocupação extracampo: em outubro de 2022, Peñarol, River Plate e Defensor Sporting entraram com uma ação na Fifa contra os paulistas pelo não cumprimento do acordo pela compra do lateral Joaquín Piquerez, pois houve um atraso em decorrência de uma regularização no fluxo de caixa.

 

Foto: Ettore Chiereguini/AGIF – Lateral do Palmeiras é quem está envolvido.

 

Por esse motivo, os uruguaios acima citados voltaram à entidade máxima do futebol para cobrar o acerto da parcela avaliada em 1 milhão de dólares (cerca de R$ 4,97 milhões, na cotação atual). No entanto, a diretoria do Verdão até tentou renegociar o valor com parcelamento, mas os gringos foram irredutíveis e preferiram ingressar na Fifa.

 

Se não pagar, vamos tomar transfer ban e isso iria ser a maior incompetência dessa diretoria ruim.

— João Victor (@JooVict04473107)
May 11, 2023



 

A questão é que o Alviverde perdeu a ação e terá de pagar a quantia referente à parcela, além de uma multa de US$ 100 mil (R$ 497 mil, na cotação atual). Além disso, na decisão consta um juros de 10% por ano que o Alviverde não realizar o pagamento, contando a partir de 10 de fevereiro de 2023. De acordo com o Nosso Palestra, o prazo para a quitação é de até 45 dias e o não cumprimento pode acarretar em sanções como o clube ficar proibido de registrar novos jogadores por até três janelas de transferências.

Em decorrência de um problema extracampo, a situação acabou atingindo diretamente o Verdão Há cerca de 3 semanas, o mercado da bola se fechou completamente e atrapalhou a vida de diversos times, já que alguns não conseguiram anunciar reforços e seguem pressionados pelos torcedores. De qualquer forma, agora não adianta “chorar pelo leite derramado”, ou seja, o foco é na preparação, já de olho no próximo, que abre no meio deste ano.
 

 
Juntamente com as comissões técnicas, as diretorias das equipes brasileiras sabem que será necessário realizar investidas pontuais, mesmo que muitos passem por momentos delicados financeiramente. Especialmente nos casos de crise, com derrotas inesperadas ou mudanças de treinador, será ainda mais exigido que novas peças sejam anunciadas.
 

 

 
No caso do Palmeiras, tudo está sob controle, com resultados ótimos e liderando o Brasileirão de forma provisória. Porém, existe outra situação que trouxe preocupação extracampo: em outubro de 2022, Peñarol, River Plate e Defensor Sporting entraram com uma ação na Fifa contra os paulistas pelo não cumprimento do acordo pela compra do lateral Joaquín Piquerez, pois houve um atraso em decorrência de uma regularização no fluxo de caixa.
 

Foto: Ettore Chiereguini/AGIF – Lateral do Palmeiras é quem está envolvido.

 
Por esse motivo, os uruguaios acima citados voltaram à entidade máxima do futebol para cobrar o acerto da parcela avaliada em 1 milhão de dólares (cerca de R$ 4,97 milhões, na cotação atual). No entanto, a diretoria do Verdão até tentou renegociar o valor com parcelamento, mas os gringos foram irredutíveis e preferiram ingressar na Fifa.
 

Se não pagar, vamos tomar transfer ban e isso iria ser a maior incompetência dessa diretoria ruim. — João Victor (@JooVict04473107)
May 11, 2023

 
A questão é que o Alviverde perdeu a ação e terá de pagar a quantia referente à parcela, além de uma multa de US$ 100 mil (R$ 497 mil, na cotação atual). Além disso, na decisão consta um juros de 10% por ano que o Alviverde não realizar o pagamento, contando a partir de 10 de fevereiro de 2023. De acordo com o Nosso Palestra, o prazo para a quitação é de até 45 dias e o não cumprimento pode acarretar em sanções como o clube ficar proibido de registrar novos jogadores por até três janelas de transferências.  


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