Lançamento previsto para a Copa de 2026 foi adiado; suposta rejeição de Lula é apontada como motivo. Atraso levou TCU a investigar possível desperdício de R$ 30 milhões pagos em licença.
A Caixa Econômica Federal (CEF) desistiu de lançar uma plataforma própria de apostas de quota fixa em 2026. De acordo com o que publicou o Poder360, a estreia da “Bet da Caixa” foi adiada para 2027. Entretanto, é possível que isso também não aconteça no próximo ano, já que o presidente da República tem se posicionado contra as apostas.
De acordo com representantes da CEF, a intenção era aproveitar a realização da Copa do Mundo de futebol de 2026 para lançar a bet própria e aproveitar o provável aquecimento do mercado de apostas. Mas por conta da rejeição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pode ser que o projeto seja totalmente descontinuado.
Veja também: TCU amplia fiscalização sobre atraso da Caixa Loterias no lançamento de plataforma de apostas
O não lançamento da Bet da Caixa significaria a perda de R$ 30 milhões (US$ 6 milhões) que a instituição pagou pela outorga federal para operar apostas de quota fixa. A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF) autorizou, no dia 30 de julho de 2025, a Caixa Loterias S.A. a promover jogos até 31 de dezembro de 2029. A portaria nº 1.665/2025 permite a atuação de três marcas oficiais: BetCaixa, MegaBet e Xbet Caixa, cobrindo apostas esportivas e jogos online, tanto nas modalidades físicas quanto digitais.
O atraso na operação da casa de apostas da Caixa gerou uma notificação do Tribunal de Contas da União (TCU). O ministro do TCU Jhonatan de Jesus apontou indícios de desperdício de recursos públicos, uma vez que a empresa desembolsou o valor da licença, mas ainda não iniciou a operação.
O TCU também autorizou a participação da Febralot no processo. A entidade estima prejuízo de cerca de R$ 6 milhões (US$ 1,2 milhão) por ano durante o período de validade da licença, que é de cinco anos, devido à ausência de operação.
O lançamento da plataforma já foi adiada anteriormente. No ano passado, o presidente da Caixa, Carlos Vieira, chegou a anunciar que o funcionamento começaria no mês de novembro de 2025. O gestor do banco estatal afirmou que a expectativa era arrecadar R$ 18 bilhões (US$ 3,6 bilhões) em dois anos de operação.
Em nota, a CEF afirmou que “analisa constantemente, de forma responsável e alinhada ao ambiente regulatório, as oportunidades de atuação no mercado de apostas de quota fixa”.
“Até o momento, não foram firmados contratos para operacionalização da plataforma, tampouco há qualquer obrigação de pagamento de multas relacionadas ao tema. A Caixa reforça que suas decisões estratégicas observam critérios técnicos, legais e de sustentabilidade, sempre em consonância com as diretrizes do Governo Federal”, conclui a nota da instituição.
Lançamento previsto para a Copa de 2026 foi adiado; suposta rejeição de Lula é apontada como motivo. Atraso levou TCU a investigar possível desperdício de R$ 30 milhões pagos em licença.
A Caixa Econômica Federal (CEF) desistiu de lançar uma plataforma própria de apostas de quota fixa em 2026. De acordo com o que publicou o Poder360, a estreia da “Bet da Caixa” foi adiada para 2027. Entretanto, é possível que isso também não aconteça no próximo ano, já que o presidente da República tem se posicionado contra as apostas.
De acordo com representantes da CEF, a intenção era aproveitar a realização da Copa do Mundo de futebol de 2026 para lançar a bet própria e aproveitar o provável aquecimento do mercado de apostas. Mas por conta da rejeição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pode ser que o projeto seja totalmente descontinuado.
Veja também: TCU amplia fiscalização sobre atraso da Caixa Loterias no lançamento de plataforma de apostas
O não lançamento da Bet da Caixa significaria a perda de R$ 30 milhões (US$ 6 milhões) que a instituição pagou pela outorga federal para operar apostas de quota fixa. A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF) autorizou, no dia 30 de julho de 2025, a Caixa Loterias S.A. a promover jogos até 31 de dezembro de 2029. A portaria nº 1.665/2025 permite a atuação de três marcas oficiais: BetCaixa, MegaBet e Xbet Caixa, cobrindo apostas esportivas e jogos online, tanto nas modalidades físicas quanto digitais.
O atraso na operação da casa de apostas da Caixa gerou uma notificação do Tribunal de Contas da União (TCU). O ministro do TCU Jhonatan de Jesus apontou indícios de desperdício de recursos públicos, uma vez que a empresa desembolsou o valor da licença, mas ainda não iniciou a operação.
O TCU também autorizou a participação da Febralot no processo. A entidade estima prejuízo de cerca de R$ 6 milhões (US$ 1,2 milhão) por ano durante o período de validade da licença, que é de cinco anos, devido à ausência de operação.
O lançamento da plataforma já foi adiada anteriormente. No ano passado, o presidente da Caixa, Carlos Vieira, chegou a anunciar que o funcionamento começaria no mês de novembro de 2025. O gestor do banco estatal afirmou que a expectativa era arrecadar R$ 18 bilhões (US$ 3,6 bilhões) em dois anos de operação.
Em nota, a CEF afirmou que “analisa constantemente, de forma responsável e alinhada ao ambiente regulatório, as oportunidades de atuação no mercado de apostas de quota fixa”.
“Até o momento, não foram firmados contratos para operacionalização da plataforma, tampouco há qualquer obrigação de pagamento de multas relacionadas ao tema. A Caixa reforça que suas decisões estratégicas observam critérios técnicos, legais e de sustentabilidade, sempre em consonância com as diretrizes do Governo Federal”, conclui a nota da instituição.
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