O acordo visa estruturar um sistema de indicadores do mercado regulado de apostas.
Brasília.- A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda firmou um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O documento, que foi assinado no dia 14, tem o intuito de monitorar o mercado brasileiro de apostas de quota fixa e desenvolver estudos sobre as consequências socioeconômicas dessa atividade.
Para desenvolver os estudos, o Ipea poderá usar a dados de diferentes fontes, incluindo o Sistema de Gestão de Apostas (Sigap), Cadastro Único (CadÚnico) e a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Com as informações, o Instituto fará análises sobre o volume de apostas em plataformas legalizadas e clandestinas, os gastos dos brasileiros com apostas, patrocínios do setor e impactos na saúde mental.
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“A parceria do Ipea, instituto referência em pesquisas econômicas aplicadas, será essencial para mensurar objetivos regulatórios ainda sem indicadores, consolidando o mercado regulado de apostas de quota fixa”, declarou Daniele Correa Cardoso, secretária de Prêmios e Apostas.
A presidenta do Ipea, Luciana Mendes Santos Servo, também comentou sobre a parceria entre as instituições. “Este acordo amplia a capacidade do Estado de compreender, informado por evidências, os impactos das apostas de quota fixa, contribuindo para uma regulação mais qualificada, transparente e alinhada ao interesse público”, disse.
O desenvolvimento das pesquisas perimirá a produção de um sistema de indicadores que tem potencial de ser usado para a formulação de políticas públicas para melhorar a regulamentação do setor e a proteção dos usuários das plataformas e igaming.
O acordo visa estruturar um sistema de indicadores do mercado regulado de apostas.
Brasília.- A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda firmou um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O documento, que foi assinado no dia 14, tem o intuito de monitorar o mercado brasileiro de apostas de quota fixa e desenvolver estudos sobre as consequências socioeconômicas dessa atividade.
Para desenvolver os estudos, o Ipea poderá usar a dados de diferentes fontes, incluindo o Sistema de Gestão de Apostas (Sigap), Cadastro Único (CadÚnico) e a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Com as informações, o Instituto fará análises sobre o volume de apostas em plataformas legalizadas e clandestinas, os gastos dos brasileiros com apostas, patrocínios do setor e impactos na saúde mental.
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A presidenta do Ipea, Luciana Mendes Santos Servo, também comentou sobre a parceria entre as instituições. “Este acordo amplia a capacidade do Estado de compreender, informado por evidências, os impactos das apostas de quota fixa, contribuindo para uma regulação mais qualificada, transparente e alinhada ao interesse público”, disse.
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