O clube usou um emblema alternativo para evitar conflito de interesses com bet patrocinadora.
Santa Catarina.- O Corinthians estreou na Copa do Brasil na terça-feira (21) contra o Barra, no Estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC). O time paulista entrou em campo com um patch alternativo sem o logotipo da operadora de apostas de quota fixa Betano, detentora dos naming rights da competição.
O Timão optou por um patch modificado para não ter problemas jurídicos com a operadora de apostas Esportes da Sorte, que é a sua patrocinadora máster.
Por contrato, o Alvinegro está proibido de divulgar uma casa de apostas concorrente. Para tentar contornar a situação, o clube paulista pediu à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) autorização para confeccionar um patch sem o nome da Betano.
Veja também: Entenda porque conflito de interesses entre bets impede o Corinthians de usar patch de campeão da Copa do Brasil
O Timão chegou a cogitar não utilizar a homenagem ao título. Essa atitude seria a mesma que o rival São Paulo adotou. Quando o tricolor paulista venceu a Copa do Brasil de 2023, optou por não usar o patch de campeão no ano seguinte para evitar conflitos com a patrocinadora máster Superbet, que é do mesmo setor econômico que a Betano e a Esportes da Sorte.
Este não é o primeiro conflito de interesses comerciais que o Corinthians enfrentou. Em janeiro de 2025, o clube assinou um acordo com o título de capitalização Viva Sorte, o acordo seria válido até dezembro de 2026. Se a parceria tivesse seguido, ao final do período de contrato o Alvinegro receberia R$ 30 milhões (US$ 5,2 milhões).

Em fevereiro, o Corinthians renovou o contrato de patrocínio máster com a Esportes da Sorte. A empresa está com o Timão desde julho de 2024 e originalmente o contrato se encerraria em 2027. O vínculo foi estendido até 2029 e o valor reajustado.
A plataforma de igaming pagava ao alvinegro R$ 103 milhões (US$ 19,2 mi) anuais, o que englobava a categoria de futebol feminino e ainda outras modalidades, como basquete, vôlei e futsal, além de parte dos valores serem destinados para pagar o salário do atacante holandês Memphis Depay.
O novo contrato tem um valor fixo pago anualmente de R$ 150 milhões por temporada (US$ 28 mi), podendo chegar a R$ 200 milhões (US$ 37,2 mi) caso metas sejam alcançadas.
Uma das mudanças do acordo mais recente é que não há mais obrigação de repasse de recursos ao camisa 10 do time, a diretoria do clube poderá usar os valores pagos pela Esportes da Sorte como achar melhor. Além disso, o acordo permite que o Corinthians negocie o patrocínio máster do feminino e dos outros esportes com outras empresas, desde que sejam de segmentos diferentes.
Caso o Timão consiga uma outra companhia para o espaço máster dessas modalidades, a marca da plataforma de igaming passaria para outra área do uniforme.
O clube usou um emblema alternativo para evitar conflito de interesses com bet patrocinadora.
Santa Catarina.- O Corinthians estreou na Copa do Brasil na terça-feira (21) contra o Barra, no Estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC). O time paulista entrou em campo com um patch alternativo sem o logotipo da operadora de apostas de quota fixa Betano, detentora dos naming rights da competição.
O Timão optou por um patch modificado para não ter problemas jurídicos com a operadora de apostas Esportes da Sorte, que é a sua patrocinadora máster.
Por contrato, o Alvinegro está proibido de divulgar uma casa de apostas concorrente. Para tentar contornar a situação, o clube paulista pediu à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) autorização para confeccionar um patch sem o nome da Betano.
Veja também: Entenda porque conflito de interesses entre bets impede o Corinthians de usar patch de campeão da Copa do Brasil
O Timão chegou a cogitar não utilizar a homenagem ao título. Essa atitude seria a mesma que o rival São Paulo adotou. Quando o tricolor paulista venceu a Copa do Brasil de 2023, optou por não usar o patch de campeão no ano seguinte para evitar conflitos com a patrocinadora máster Superbet, que é do mesmo setor econômico que a Betano e a Esportes da Sorte.
Este não é o primeiro conflito de interesses comerciais que o Corinthians enfrentou. Em janeiro de 2025, o clube assinou um acordo com o título de capitalização Viva Sorte, o acordo seria válido até dezembro de 2026. Se a parceria tivesse seguido, ao final do período de contrato o Alvinegro receberia R$ 30 milhões (US$ 5,2 milhões).

Em fevereiro, o Corinthians renovou o contrato de patrocínio máster com a Esportes da Sorte. A empresa está com o Timão desde julho de 2024 e originalmente o contrato se encerraria em 2027. O vínculo foi estendido até 2029 e o valor reajustado.
A plataforma de igaming pagava ao alvinegro R$ 103 milhões (US$ 19,2 mi) anuais, o que englobava a categoria de futebol feminino e ainda outras modalidades, como basquete, vôlei e futsal, além de parte dos valores serem destinados para pagar o salário do atacante holandês Memphis Depay.
O novo contrato tem um valor fixo pago anualmente de R$ 150 milhões por temporada (US$ 28 mi), podendo chegar a R$ 200 milhões (US$ 37,2 mi) caso metas sejam alcançadas.
Uma das mudanças do acordo mais recente é que não há mais obrigação de repasse de recursos ao camisa 10 do time, a diretoria do clube poderá usar os valores pagos pela Esportes da Sorte como achar melhor. Além disso, o acordo permite que o Corinthians negocie o patrocínio máster do feminino e dos outros esportes com outras empresas, desde que sejam de segmentos diferentes.
Caso o Timão consiga uma outra companhia para o espaço máster dessas modalidades, a marca da plataforma de igaming passaria para outra área do uniforme.
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