A temporada acabou para o Náutico, sem calendário até 2024 e sem o impulso financeiro da Copa do Brasil, o Timbu se afunda cada vez mais…
A eliminação precoce do Náutico na Série C foi selada pelo empate em 2 a 2 contra o São Bernardo, nos Aflitos, no último sábado, diante do maior público do ano. Essa frustração é um sintoma familiar para os mais de 18 mil torcedores que testemunharam a queda do time.
O time passa por uma fase de descredibilidade, e a cada temporada que se passa, o time fica cada vez menor e perde sua potência. Essa “queda” tem sido recorrente nos últimos anos. A voz do diretor de futebol do Náutico, Rodolpho Moreira, é uma das poucas a se pronunciar após esse episódio na Série C.
A ausência da Série A já se prolonga por uma década, enquanto nos últimos sete anos o clube se contentou com desempenhos medianos na Série B, com exceção notável em 2021, quando uma campanha impressionante ainda não resultou em promoção. Agora, em sua quarta temporada na Terceira Divisão, o Náutico pareceu estar se recuperando, mas sucumbiu internamente, culminando no mês final do campeonato. O Timbu já se acostumou a ser medíocre.
Tudo mudou desde o empate sem gols com o Remo, em julho. O clube que se sustentava com dificuldades começou a tropeçar, marcado por atuações desequilibradas e problemas internos mal resolvidos. Reforços chegaram em busca de renovação, mas em vão. O resultado foi uma sequência de seis jogos sem vitória, que resultou na queda do técnico e uma nova perspectiva sombria.
A temporada acabou para o Náutico, sem calendário até 2024 e sem o impulso financeiro da Copa do Brasil. O clube que começou e terminou a temporada com uma expressão menor no cenário nacional agora enfrenta mais um período de reflexão e reconstrução. Todos vão para suas férias ‘forçadas’, mas, infelizmente, tudo aparenta de que eles desejavam isso mesmo.
A temporada acabou para o Náutico, sem calendário até 2024 e sem o impulso financeiro da Copa do Brasil, o Timbu se afunda cada vez mais…
A eliminação precoce do Náutico na Série C foi selada pelo empate em 2 a 2 contra o São Bernardo, nos Aflitos, no último sábado, diante do maior público do ano. Essa frustração é um sintoma familiar para os mais de 18 mil torcedores que testemunharam a queda do time.
O time passa por uma fase de descredibilidade, e a cada temporada que se passa, o time fica cada vez menor e perde sua potência. Essa “queda” tem sido recorrente nos últimos anos. A voz do diretor de futebol do Náutico, Rodolpho Moreira, é uma das poucas a se pronunciar após esse episódio na Série C.
A ausência da Série A já se prolonga por uma década, enquanto nos últimos sete anos o clube se contentou com desempenhos medianos na Série B, com exceção notável em 2021, quando uma campanha impressionante ainda não resultou em promoção. Agora, em sua quarta temporada na Terceira Divisão, o Náutico pareceu estar se recuperando, mas sucumbiu internamente, culminando no mês final do campeonato. O Timbu já se acostumou a ser medíocre.
GOL ANULADO DO NÁUTICO! SERIA O GOL DO RIBAGOL E DA CLASSIFICAÇÃO! Sobrou até para o bandeirinha… #SérieC2023 pic.twitter.com/yikdnIADYH— DAZN BRA (@DAZN_BRA) August 26, 2023
Tudo mudou desde o empate sem gols com o Remo, em julho. O clube que se sustentava com dificuldades começou a tropeçar, marcado por atuações desequilibradas e problemas internos mal resolvidos. Reforços chegaram em busca de renovação, mas em vão. O resultado foi uma sequência de seis jogos sem vitória, que resultou na queda do técnico e uma nova perspectiva sombria.
A temporada acabou para o Náutico, sem calendário até 2024 e sem o impulso financeiro da Copa do Brasil. O clube que começou e terminou a temporada com uma expressão menor no cenário nacional agora enfrenta mais um período de reflexão e reconstrução. Todos vão para suas férias ‘forçadas’, mas, infelizmente, tudo aparenta de que eles desejavam isso mesmo.
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