Nesta quarta-feira, 6, o Idea, instituto de pesquisa especializado em opinião pública e estratégia, e o Meio, plataforma de jornalismo, lançaram pesquisa sobre a eleição presidencial no Brasil, analisando questões relacionadas às apostas online e ao endividamento dos cidadãos.
As informações foram coletadas entre os dias 1º e 5 deste mês, com 1.500 eleitores com 16 anos ou mais. O levantamento utilizou metodologia quantitativa, com aplicação de questionários por telefone.
Principais dados de apostas coletados
De acordo com o estudo, a maioria dos entrevistados acredita que as apostas provocam o endividamento da população (59%), enquanto 22% alegaram não saber responder à pergunta. Em relação à ludopatia, 16% afirmaram que as apostas não causam dependência; em contrapartida, 61,9% disseram o oposto.
Sobre a proibição da atividade no país, proposta legislativa apresentada recentemente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), a maior parcela dos participantes disse concordar com a medida (44%) e quase 50% não acreditam que a responsabilidade de jogar é individual.
O gênero masculino ainda predomina no setor, com 28,8% do público tendo apostado online recentemente. As mulheres representam 21,5% dos participantes.
Os dados também indicam que a população de baixa renda (1 a 3 salários mínimos) tende a apostar mais: 26,6% dos entrevistados desse grupo afirmaram ter apostado em período próximo ao da pesquisa.
O estudo indica que a relação com as apostas diminui à medida que o indivíduo recebe um salário mais alto. As rendas entre três e cinco salários mínimos representam 25,7% dos participantes, enquanto 16,7% correspondem aos que recebem mais de cinco salários mínimos.
O público majoritário tem entre 49 e 59 anos (28,3%), seguido pelas faixas etárias de 25 a 34 anos (26,7%), de 35 a 44 anos (24,8%) e de 16 a 24 anos (22,4%).
A Região Norte do Brasil concentra o maior número de apostadores (41,4%). Em seguida, aparecem o Centro-Oeste (28,3%) e o Nordeste (26,4%), que completam o ranking das principais regiões para o setor de apostas. O Sul (23,6%) e o Sudeste (20,6%) vêm logo depois.
Após analisar os dados coletados, Mauricio Moura, Fundador do IDEA, reconheceu o papel das apostas em ano eleitoral: “Esse passa, assim, a ser um tema central das eleições presidenciais”.
Outras questões, como o aumento do custo de vida, endividamento e fim da escala 6×1, também foram abordados, incluindo a relação desses fatores durante a eleição presidencial, que acontecerá no primeiro domingo de outubro, 4, deste ano.
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Nesta quarta-feira, 6, o Idea, instituto de pesquisa especializado em opinião pública e estratégia, e o Meio, plataforma de jornalismo, lançaram pesquisa sobre a eleição presidencial no Brasil, analisando questões
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